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  • Janeiro Roxo: mês de prevenção contra a Hanseníase

    Saúde
    2 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 25/01/2018 ÀS 16:04:10

    Janeiro Roxo: mês de prevenção contra a Hanseníase

     



    Ji-Paraná
    é o segundo município de Rondônia que mais tem casos de hanseníase. São 700
    pessoas fazendo tratamento no Centro Especializado em Patologias Tropicais,
    Padre Adolfo Rohl. O tratamento gratuito é oferecido pela Prefeitura de
    Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).



    Para
    alertar sobre os riscos da doença e a importância do diagnóstico e tratamento,
    a Prefeitura aderiu ao Janeiro Roxo, uma campanha nacional contra a hanseníase.
    Um Pit Stop foi realizado hoje (25) próximo a Unidade Adolfo Rohl, com o
    objetivo de distribuir panfletos com orientações sobre a doença.



    Segundo
    a fisioterapeuta, Jackeline Siqueira Spricigo, Rondônia é hiperendêmico para a
    doença, ou seja, está em constante crescimento. Mesmo com campanhas educativas
    e tratamento gratuito oferecido pelo Poder Público, muitas pessoas não procuram
    as unidades e acabam convivendo com a doença contagiosa durante anos.



    “O
    contágio é feito pelas vias aéras. Mas para que haja a transmissão, é preciso
    uma convivência prolongada. Por isso é muito comum a transmissão entre a
    família”, explicou a fisioterapeuta.



    A
    hanseníase tem cura e o diagnóstico precisa ser feito o mais rápido possível,
    para que não haja sequelas da doença como formigamentos, incapacidades ou
    deformidades no corpo. Foi o caso da dona de casa Margarete Alves de Lima. Há
    quatro anos ela descobriu que tinha hanseníase, iniciou o tratamento, mas que
    conviveu com a doença por 20 anos. As complicações foram inevitáveis como
    câimbra nas mãos e falta de força nas pernas. “Eu dou conselho para todos que
    procurem ajuda médica, pois se eu tivesse feito isso antes, não estaria
    sofrendo as conseqüências da hanseníase”, ressaltou Margarete.



     Sintomas
    -
     A hanseníase causa manchas esbranquiçadas ou avermelhadas na pele. A
    pele também pode ter alteração da sensibilidade. A pessoa pode ter dificuldades
    para segurar objetos, com a diminuição da força muscular. Existem casos de
    dores nos nervos dos braços e pernas.



     Tratamento
    -
     O
    tratamento da hanseníase é simples. Em qualquer estágio da doença, o paciente
    recebe gratuitamente os medicamentos que destroem os bacilos. O tratamento leva
    de seis a 12 meses. Basta procurar qualquer Unidade Básica de Saúde, que em Ji-Paraná
    funciona das 7h30 às 13h30, de segunda a sexta-feira. Se diagnosticada a
    doença, o paciente é encaminhado para fazer tratamento, oferecido nas unidades
    e no Centro especializado Padre Adolfo Rohl.



     

     

    Fonte - Assessoria

     
     
     
     
     
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