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  • Trump fala em seu Twitter sobre ligação a Bolsonaro: "Tivemos boa conversa"

    Política
    5 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 29/10/2018 ÀS 09:46:14

    Trump fala em seu Twitter sobre ligação a Bolsonaro:

    Em seu Twitter, na manhã desta segunda-feira (29), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump comentou sobre sua conversa com o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro. "Tive uma boa conversa com o presidente eleito  do Brasil Jair Bolsonaro". 

    Tweet Trump Bolsonaro

    "Tive uma boa conversa com o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, que ganhou a disputa com margem substancial de votos. Concordamos que o Brasil e os EUA trabalharão em estreita colaboração No comércio, defesa e tudo mais! Desejei a ele meus parabéns!"

    Sobre a ligação, Bolsonaro também colocou suas considerações no Twitter:

    Tweet Bolsonaro sobre Trump

    Mais cedo, a Casa Branca já havia confirmado a ligação do presidente americano para parabenizá-lo e uma nota da Reuters afirma ainda que ambos concordaram em "trabalhar lado a lado para melhorar as vidas das populações dos Estados Unidos e do Brasil e, como líderes regionais, das Américas". 

    O Antagonista

    Trump: “Tive uma boa conversa com Bolsonaro”

    O presidente Donald Trump disse nesta manhã em sua conta no Twitter que conversou com o presidente eleito Jair Bolsonaro:

    “Tive uma boa conversa com o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, que ganhou a disputa com margem substancial de votos. Concordamos que o Brasil e os EUA trabalharão em estreita colaboração em temas como comércio, defesa e tudo mais! Desejei a ele meus parabéns!”

    Trump para Bolsonaro: “Vamos ser grandes parceiros”

    Jair Bolsonaro acaba de falar com Donald Trump por telefone. “Vamos ser grandes parceiros”, disse o presidente americano.

    Bolsonaro agradeceu.

    O Dia: Youtuber traduziu conversa entre Trump e Bolsonaro, diz presidente do PSL

    Rio - O presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno, comentou o telefonema do presidente americano Donald Trump ao presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro. Quem traduziu a conversa,segundo ele, foi o youtuber André Marinho, filho do empresário Paulo Marinho. Segundo Bebianno, o presidente Michel Temer também telefonou para Bolsonaro. 

    "Teve a ligação dele para dar os parabéns. Foi só uma mensagem de cortesia e de parabéns. Ficamos muito satisfeitos com a deferência. Isso mostra que o país entra agora em uma nova era, um novo patamar e um novo momento”, declarou.

    Bebianno acrescentou que a vitória foi incontestável, com uma margem de diferença acima do que eles esperavam. Ele irá se licenciar da presidência do PSL, e afirmou que sua missão foi cumprida.

    Leia a notícia na íntegra no site O Dia.

    Mídia japonesa diz que "Trump do Brasil" venceu eleição marcada por "guerra de calúnias"

    A NHK disse que o presidente eleito "expandiu sua base de apoio entre as pessoas da classe média e alta".

    O segundo turno da eleição brasileira foi amplamente divulgado nesta segunda-feira (29) pela mídia no Japão, com alguns jornais e emissoras de TV chamando o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) de "Trump do Brasil".

    A TV estatal NHK disse que Bolsonaro, capitão da reserva do Exército, "expandiu sua base de apoio entre as pessoas da classe média e alta, insatisfeitas com a atual situação do país".

    Ainda segundo a NHK, Bolsonaro "é considerado 'Trump do Brasil' por causa de seus comentários discriminatórios contra negros e mulheres, os quais vêm desencadeando protestos em todo o Brasil, principalmente entre os pobres".

    Leia a notícia na íntegra no site Alternativa.

    No Estadão: Empresários e mercados esperam confirmação da agenda liberal na economia (por Cida Damasco)

    erminou neste domingo um dos períodos mais conturbados da história recente do País, que uniu a explosão das jornadas de 2013, o trauma do impeachment de Dilma Rousseff, a crise renitente do governo Temer e a cruenta campanha eleitoral de 2018. E, se esse fecho é motivo de alívio, não se pode dizer que seja também garantia de tranquilidade. Começa agora outra etapa, até o momento cercada de dúvidas e temores, mesmo para quem embarcou na novidade Jair Bolsonaro (PSL), eleito Presidente da República com uma plataforma que alia liberalismo e conservadorismo, mas apoiada principalmente na força do antipetismo. 

    Os próximos dois meses até a posse do presidente, em 1º de janeiro, serão cruciais, portanto, para clarear esse cenário e demonstrar se o novo presidente está disposto a honrar compromissos permanentes, conviver com os diferentes e governar para todos. E se será “novo” de fato, inclusive nas relações com o Congresso. Quanto às oposições, depois da tentativa frustrada de reagrupamento de forças no segundo turno, terão de provar se estão empenhadas em atuar com responsabilidade e contribuir para solucionar os problemas reais do País – não apenas em torpedear as iniciativas do Planalto. 

    Na economia, há uma expectativa adicional sobre essa fase de transição. Empresários e mercados estão ansiosos para que, já nos próximos dias, o novo governo finalmente “feche” um programa consistente, sem as idas e vindas das últimas semanas. Em relação a vários pontos importantes, como unificação de ministérios, privatizações, política de meio ambiente e especialmente reformas da Previdência e tributária. 

    Leia a análise na íntegra no site do Estadão

    Análise: No mano a mano, presidente eleito supera Lula, por Vera Magalhães

    Luiz Inácio Lula da Silva foi suplantado por Jair Bolsonaro neste domingo. Esta é a grande fotografia que fica do resultado do segundo turno. Fernando Haddad sempre foi um dublê de corpo numa eleição que desde cedo se tornou plebiscitária entre o lulismo e o antilulismo.

    Condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro, preso desde abril, Lula achou que ditaria, da carceragem da Polícia Federal em Curitiba, o resultado da eleição. Seu peso na política brasileira foi suficiente para levar Haddad ao segundo turno, contra o adversário que ele escolheu lá atrás e que achou que era inelegível, dada a alta rejeição que tinha.

    Bolsonaro fez aposta semelhante, com sinal trocado. Enxergou o fastio com o PT ainda antes do impeachment de Dilma Rousseff, e soube semear este campo com discurso radical que escanteou o PSDB e tirou do partido o papel de polo opositor ao petismo, que ocupava havia mais de duas décadas.



     

    Fonte - Por: Carla Mendes/O Dia/Estadão/Alternativa-Japão


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