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Ivo Cassol recomeça novamente em Rolim de Moura - Confira resumo da politica em RO

Política

POR Paulo Portaljipa EM 18/01/2019 ÀS 09:20:17

Ivo Cassol recomeça novamente em Rolim de Moura - Confira resumo da politica em ROA eleição para presidência da Assembleia Legislativa de Rondônia, são os assuntos mais comentados nos bastidores da política em veículos de comunicação. Não se sabe se é por falta de experiência política ou arrojo pessoal, o alarido por parte do governador Marcos Rocha, demonstra que quer ter força dentro do parlamento estadual e, para isto, não esconde de ninguém sua participação nesse terreno cheio de areias movediças. 

Devagar com o andor

Esse desejo ansioso e sem cautela por parte de MR, poderá se desdobrar num barril de descontentamento, principalmente se ele ganhar essa queda de braço. Diz o velho adágio popular, que caldo de galinha bem temperado e, tomado com muito cuidado não respinga nas indumentárias, mas, de forma apressada pode deixar marcas e manchas indeléveis. 

Candidaturas abertas

A oposição até o momento trabalha com três nomes, ambos com bastante experiência na vida pública, carregando nas costas vários mandatos, como é o caso de Jean de Oliveira, Laerte Gomes e Alex Redano, onde, desse tríplex sairá presidente e vice. Já por parte do Governo, existe até agora somente os nomes do experiente Lebrão e o novato Eyder, e mesmo assim a cúpula palaciana ainda não sabe quem realmente estará apto a enfrentar a bancada oposicionista, se será Eyder ou Lebrão. 

Prédio "elefantal"

Construído há quase duas décadas na capital da Zona da Mata, o Teatro Municipal, goza de uma excelente estrutura física

Com mais de trezentos assentos, entretanto, para nada serve uma vez que não encampa programações culturais, que possa atrair segmentos da sociedade principalmente os milhares de estudantes da cidade. É preciso melhorar e focar diferente, pois a cultura precisa ser difundida entre nossos jovens. Neste sentido a cultura está sendo adormecida, é preciso mobilizar mais e buscar recursos junto ao Ministério do Turismo, para que possamos sair dessa letargia. 

Precisa voltar

Muitas programações que eram executadas pelo município de Rolim de Moura, inclusive inseridas no calendário turístico, como desfile de 7 de setembro, Festa do Tambaqui e o Carnaval, há muitos anos estão fora dos acontecimentos da capital da Zona da Mata. Até as comemorações alusivas ao Natal, também entrou em decadência e o ano que passou ainda aconteceu de forma tímida. Essas datas eram importantes porque girava o comércio, como bares, restaurantes e hotéis lotados, posto, que moradores das cidades circunvizinhas, compareciam com seus familiares. 

Feira da encrenca

O pavilhão denominado de Feira do Produtor, construído com recursos de emenda do senador Acir Gurgacz, está dando a maior confusão entre os próprios usuários. Como Rolim de Moura, não possui um mercado municipal, o pavilhão parecia ter caído como uma esperança para os produtores, mas, o que está acontecendo é uma rede de desavença entre os próprios feirantes. Uma construção com padrões avançados, banheiros de excelente qualidade e um box que serve para parte administrativa, a categoria não está sabendo usufruir. ?

Sem gerência

Em parte, a equipe do prefeito Luizão do Trento, responsável pela entrega dos boxes, não se atentou como deveria fazer na entrega do local para os feirantes. Uma cláusula bastante simples que deveria ter colocado em pauta, era de que para receber a titularidade do espaço precisaria ser produtor e não atravessador. O resultado ainda é de muita confusão e muitos não aceitaram e fizeram outra feira ao redor fora do pavilhão, e na parte interna são muitos boxes sem utilização. 

Somente euforia

Anos atrás quando Rolim de Moura sofria com a falta de energia elétrica, os comentários era de quando tivéssemos energia, muitas empresas viriam e que trabalho não faltaria. Previsões totalmente errôneas, a energia chegou com forca total acerca de quinze anos, e muitas indústrias como a de leite condensado, Condessa, supermercados e frigoríficos não se auto sustentaram, deixando centenas de famílias desempregadas. 

Conversa de políticos

A fábrica de leite condensado foi instalada no distrito de Nova Estrela, e um outro frigorífico que gerava cerca de quinhentos empregos, tem quase dois anos que está fechado, a classe política também não se posicionou para saber quais os reais motivos para que pudessem ser reinaugurados. Enquanto isso o que se falavam bastante na época, era também de uma fábrica de curtume na cidade, onde o couro seria utilizado na fabricação de bolas, principalmente para as atividades laborais dos que cumprem pena, tudo no campo da promessa. 

Passagem por Brasília

Com oito anos no Senado Federal sem muita coisa para comemorar, o senador Ivo Cassol, vislumbra em ser o presidente da Associação Rural de Rolim de Moura, da qual já foi presidente há décadas atrás. Na verdade todo esse tempo no Senado Federal, Ivo Cassol, não demonstrou muita produção, como fez ocupando os cargos de prefeito de Rolim de Moura, e governador do Estado, onde inúmeras obras foram realizadas. Quase não teve tempo para legislar, visto, que neste período a preocupação maior era se defender de um bombardeio de dezenas de acusações.

Começando tudo de novo

Com declarações de que tem pretensões em ser presidente da Asrolim, Ivo Cassol, demonstra humildade e tenta manter o nome aceso esperando ocasiões futuras na política rondoniense. À Associação Rural de Rolim de Moura, que durante muitos anos teve a frente Algmar Mesquita, o Guima do cartório, sem dúvidas deixou um marco muito avante, mas com seu afastamento da Asrolim, a mesma mergulhou em decadência. 

Rolim agradece

Mesmo sabendo que os tempos são outros, onde não se consegue mais as facilidades de patrocínios da área pública, caso Ivo Cassol assuma os destinos da Associação Rural, não há de duvidar de sua pegada como gestor de grandes realizações, podendo até relembrar a construção do estádio Cassolão, onde ele tinha determinação e crédito em realizar bingos visando arrecadação na construção do estádio. Naquela época a participação do Governo do Estado, também foi preponderante para consolidação do Cassolão. 

Até quando...

Os milhares de estudantes brasileiros que cursam medicina na Bolívia, Argentina e Paraguai, são vítimas de um modelo perverso do governo brasileiro (MEC), que não dá as mínimas condições para quem quiser cursar medicina no Brasil, onde os preços nas faculdades particulares são exorbitantes. Além dessa grande barreira enfrentada pelos brasileiros, assim que se formam ainda são submetidos ao revalida, considerada uma prova mais para eliminar do que passar. 

Máfia de branco

Quem formasse por Universidades Públicas Brasileiras, o correto seria prestar um ano de trabalho ao país, em localidade carente desse imenso Brasil. Lógico que tinha que ter um salário igual aos dos mais médicos e, assim nunca umas dessas localidades jamais ficariam desassistidas. Pontos de vistas dessa natureza e magnitude, o ultrapassado presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital, não enxerga e tampouco se lixando como diz o velho adágio popular, o povo que se exploda. 

Falastrão pianinho

Recentemente estamos assistindo em cadeia nacional de comunicações, que muitos profissionais chamados pelo "problema mais médicos", quando chamados para atuar em áreas longínquas e de muita carência na assistência à saúde, eles se recusam e logo se inscrevem para outras chamadas e oportunidades que lhe convier. Não deveriam chama-los novamente, e o presidente do Conselho Federal de Medicina, o falastrão Carlos Vital, deveria usar das prerrogativas do Conselho Federal de Medicina e punir o médico que renunciou antes de cumprir as obrigações que prestou juramento, que é o de salvar vidas. 

Ficam quietinhos



Outro problema grave encontrado pelos brasileiros na Bolívia, é o envio de dinheiro feito pelos pais dos estudantes, pois o banco do Brasil, desativou suas atividades naquele país há muito tempo. Segundo dados de estudantes brasileiros na Bolívia, com a desativação do BB, quem remete 2 Mil Reais por exemplo, sofre um desconto de quase 100 Reais, um desconto significante no orçamento deles, todavia, a Câmara Federal e o Senado Federal, fazem ouvidos moucos para o assunto que aflige um total de estudantes de quase 60 mil cursistas de medicina nas cidades de Santa Cruz e Cochabamba e outras de fronteiras. 


 

Fonte - Colunista Fernando Garcia

 
 
 
 
 
 
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