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  • Empresário Ayres Gomes do Amaral Filho é um dos presos na Operação Imprevidência

    O esquema de corrução no IPAM, que envolve o investimento em títulos podres na ordem de R$ 80 milhões levou para a prisão o empresário Ayres Gomes do Amaral F...

    Política
    2 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 12/12/2016 ÀS 14:54:58

    Empresário Ayres Gomes do Amaral Filho é um dos presos na Operação Imprevidência

    O esquema de corrução no IPAM, que envolve o investimento em títulos podres na ordem de R$ 80 milhões levou para a prisão o empresário Ayres Gomes do Amaral Filho, representante da empresa Planner e que negociava com fundos de investimentos podres.


    Segundo apurou o RONDONIAGORAdesde o início do ano a empresa Planner tentava forçar o IPAM a negociar a aquisição de títulos podres, mas auditores da instituição foram contra. As negociações envolviam o presidente do IPAM, José Carlos Couri, que teria realizado pressões para que o comitê de investimentos mudasse de ideia.

    Ayres do Amaral é empresário antigo em Rondônia. Teve vários investimentos como o Jornal Folha de Rondônia e participação em empresas de segurança.


    Outra prisão foi realizada em Porto Velho (quatro conduções e 10 buscas) e Ji-Paraná (uma condução e duas buscas), além de São Paulo (2), Campinas (uma condução e uma busca), Jundiaí (uma prisão temporária e uma busca), Cajamar (uma prisão temporária, uma condução e três buscas).


    12/12/2016 - PF faz busca na Previdência Municipal de Ji-Para...


    A investigação apurou que uma organização criminosa, formada por empresários, corretores de investimentos, lobistas e servidores públicos atuou com o fim de viabilizar a realização de aplicação de R$ 80 milhões do Ipam em fundos de investimentos “podres”, como contrapartida pela injeção de valores na campanha de reeleição do prefeito de Porto Velho.

    Para atingir o objetivo, a organização criminosa procurou pressionar e corromper servidores públicos, mediante o oferecimento de propina. A organização criminosa pretendia captar R$ 250 milhões junto aos institutos de previdência de municípios de Rondônia para investi-los em fundos “podres”. Os investigados responderão, na medida das responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta e corrupção ativa.

     

    Fonte - Rondoniagora

    Fotográfo - Divulgação

     
     
     
     
     
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