Até a última semana, o Estado de Rondônia ainda não tinha conhecido o novo gesto do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), nomeado pelo governo do Estado. De acordo com as autoridades essa demora também resulta no adiamento do começo da obra que está sendo vista como a mais importante de toda a história do município de Ji-Paraná.

Segundo o presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos (Agerji), Clederson Viana, a construção da rede de esgoto sanitário irá  alcançar todos os bairros da cidade, algo próximo dos 390 quilômetros de abrangência. Ainda segundo a Agerji, o projeto irá contemplar 95% da área do município, com a construção de 19 bacias, sendo a maior (7ª), que absorver 50% do esgoto da região do segundo distrito. Outra Bacia (denominada de número 10) será instalada próximo da penitenciária estadual, Agenor Martins de Carvalho, em uma área 50 hectares.

Outra informação prestada pela Agência Reguladora foi sobre o local em que o Consórcio Gaspar, responsável pela obra instalará o chamado Canteiro de Obras. A agência garantiu que isso já está sendo feito, e que muito em breve, também dever começar a contratação da mão de obra, algo próximo de 300 pessoas, em várias áreas da construção civil. Desse total, ao menos, 200 já teriam iniciado os serviços em janeiro. Vale lembrar que a Ordem de Serviço foi assinada no último mês de dezembro, e deve sr finalizada entre três e quatro anos.

O prefeito, Marcito Pinto (PDT), recentemente durante conversa com a imprensa local, falou sobre a obra da rede de esgoto sanitário. Ele se disse bastante otimista, e que, ao menos 41 mil fossas desaparecerão das residências. Ele também comentou sobre os valores do projeto, orçado em R$ 179 milhões, dos quais, mais de R$ 150 mi já foram licitados. Segundo ele, o projeto foi elaborado pelo município começou a ser trabalhado em 2013, sendo que a Topografia aconteceu em 2017, e a aprovação pelo Ministério das Cidades, em 2016.