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  • Suspeito de manter esposa e enteada em cárcere privado permanece preso em Ji-Paraná, RO

    Policial
    3 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 11/04/2018 ÀS 13:43:30

    Suspeito de manter esposa e enteada em cárcere privado permanece preso em Ji-Paraná, RO

    ermanece preso o homem suspeito de manter em cárcere privado a esposa e a enteada em Ji-Paraná, cidade situada a cerca de 370 quilômetros de Porto Velho. O crime foi descoberto depois de uma denúncia da mãe da mulher que não conseguia manter contato com a filha e a neta há dias. Segundo o delegado de Polícia Civil, Rildo Maciel, as condições em que vivem as duas eram precárias.

    Segundo o delegado, em depoimento, a vítima disse que ela e a filha eram mantidas com restrições de liberdade pelo suspeito há quase 20 dias. De acordo com o delegado, a situação em que as vítimas foram encontradas pelos policiais era assustadora.

    “As imagens e depoimentos dos policiais foram muito chocantes. A menina saia no horário escolar, mas era obrigada a retornar e não parar em nenhum lugar”, afirma o delegado.

    O delegado conta que o homem negou todas as acusações, mas, com base no testemunho das vítimas, policiais e imagens registradas no local, ele foi autuado em flagrante ainda no sábado. O homem é suspeito de ter cometido o crime de cárcere privado, agravado por ter sido cometido contra a companheira e contra uma pessoa menor de idade, que é a enteada dele. “Por ter durado mais de 15 dias essa situação, também agrava. Isso tudo precisa verificar agora”, explica.

    Maciel ainda explica que nos próximos 10 dias outras pessoas devem ser ouvidas para a conclusão do inquérito. O suspeito deve ir a uma audiência de custódia, onde será ou não validada o auto de prisão em flagrante.

    Caso isso aconteça, a prisão preventiva do suspeito será mantida e só poderá ser revertida caso haja um eventual recurso, o que o delegado acredita ser muito improvável. “Pela hediondez, pela gravidade, pelo clamor público, eu creio que não deve acontecer”, explica o delegado.

    Segundo o delegado, por se tratar de duas vítimas, o caso pode ter novos agravantes. As penas, ao invés de serem tratadas como única, podem ser individualizadas, ou seja, os crimes podem ser analisados separadamente contra cada vítima somando seus agravantes.

    Segundo relato, as duas precisavam usar uma vasilha como penico (Foto: 2° Batalhão da PM/ Assessoria)Segundo relato, as duas precisavam usar uma vasilha como penico (Foto: 2° Batalhão da PM/ Assessoria)Segundo relato, as duas precisavam usar uma vasilha como penico (Foto: 2° Batalhão da PM/ Assessoria)

    Relembre o caso


    No sábado (7), a Polícia Militar (PM), recebeu uma denúncia de uma mulher informando que não conseguia manter contato com a filha e neta há dias. A mulher informou o local onde a vítima morava com o esposo e a PM foi até a casa.

    Ao chegar na residência, o homem atendeu os policiais e ao ser questionado sobre a situação, negou que mantinha a esposa e enteada presas dentro de casa. Atendendo à ordem da PM, o homem chamou a mulher.

    Os policiais questionaram a mulher sobre a situação e quando o suspeito saiu de perto dela, ela contou à PM que vivia em condições restritas de liberdade com a filha, de sete anos de idade. A polícia entrou na casa e encontrou a menina enrolada em uma coberta, suando.

    No quarto, também foi encontrada uma vasilha que era utilizada como penico pelas duas. Mulher, filha e suspeito, foram encaminhados à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp).

     

    Fonte - G1

     
     
     
     
     
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