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  • Polícia deflagra segunda fase da Operação Assepsia em Ji-Paraná, RO

    Entre os presos está um empresário suspeito de ser funcionário fantasma. A segunda fase da Operação Assepsia foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (23),...

    Policial
    2 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 23/03/2017 ÀS 15:22:48

    Polícia deflagra segunda fase da Operação Assepsia em Ji-Paraná, RO

    Entre os presos está um empresário suspeito de ser funcionário fantasma.


    A segunda fase da Operação Assepsia foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (23), em Ji-Paraná, cidade situada a cerca 370 quilômetros de Porto Velho. Foram cumpridos três mandados de prisão e cinco mandados de busca e apreensão. Entre os presos estava um empresário que, segundo a Polícia Civil, era funcionário fantasma da Gerência Geral de Fiscalização (GGF).


    A operação é realizada por policiais da 2ª Delegacia de Polícia Civil de Ji-Paraná. Entre os presos está um empresário acusado de peculato, falsidade ideológica e associação criminosa. Segundo a polícia, o suspeito era um funcionário fantasma da GGF, onde na primeira fase da operação, foi descoberto um desvio de mais de R$ 500 mil.


    Um funcionário de carreira da GGF também foi preso. Sobre ele está a acusação de montar procedimentos que justificassem trabalhos inexistentes do empresário com o cargo fantasma.


    O terceiro mandado de prisão foi contra um dentista. Segundo a polícia, ele pagava propina ao chefe da GGF e ao presidente do Sindicado de Servidores Municipais (Sindsem), ambos presos na primeira fase da operação, para que ele fosse o dentista oficial do sindicato e atendesse todos os associados.


    As buscas aconteceram nas casas e locais de trabalho dos suspeitos. A polícia ainda não informou se houve descoberta de mais desvio direto de dinheiro dos cofres públicos. Os três foram presos temporariamente.


    Operação Assepsia
    Nove mandados de prisão e três conduções coercitivas foram cumpridos durante a primeira fase da Operação Assepsia. De acordo com a Polícia Civil, foram cerca de oito meses investigando o presidente do Sindicado de Servidores Públicos Municipais (Sindsem) e o chefe de fiscalização de tributos municipais. Segundo a polícia, há constatação de desvio de mais de R$ 500 mil do sindicato. A maior parte das pessoas presas eram de funcionários do próprio órgão. A polícia ainda investiga outros crimes cometidos pelos suspeitos.

     

    Fonte - G1/]RO

    Fotográfo - Divulgação

     
     
     
     
     
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