O homem morto é branco e tem a barba ruiva, diferente da cor do cabelo; ele estava de calça e botas, sem camisa, não portava documentos, e o corpo está na funerária da Associação Passport na Avenida Duque de Caxias, para ser identificado. Ele portava no bolso apenas uma carteira de cigarro da marca Mix.  O corpo do desconhecido foi encontrado ao lado de pedaços de pau e tijolos quebrados que foram usados para agredi-lo. Peritos da Politec da Polícia Civil de Ji-Paraná, que foram acionados pela Polícia Militar, contaram ao menos seis perfurações no corpo da vítima, duas delas próxima da jugular. 


O homicídio foi registrado na Avenida Jorge Teixeira pouco depois de 3 horas da madrugada. A vítima correu ao menos uns 300 metros de onde se envolveu em uma confusão antes de morrer, e foi encontrada caída na calçada a poucos metros da esquina com a rua Aluízio Ferreira (Black-out Cosméticos), próximo de um templo evangélico.  A equipe da Polícia Militar composta dos PMs Robson e Wesley que registrou a ocorrência colheu informações com populares dando conta que a vítima estava em um dos bares da avenida e, em determinado momento, saiu em desabalada carreira e foi perseguido por várias pessoas até ser alcançada e assassinada de forma violenta.


Como o rosto da vítima estava desfigurado, as imagens são impublicáveis. No entanto, a título de utilidade pública, a reportagem do Correio Central fotografou parte das pernas e as botas da vítima (veja foto abaixo) a fim de que a publicação ajude na identificação do cadáver.