Antes deles, já haviam sido liberados, também através de pagamentos de fiança (50 salários mínimos), Nilton Cezár Rios e Jackson Júnior. Na sequencia, via Habeas Corpus, Jair Marinho, Valentin Camilo, Valmir Xavier, Aníbal Severino, Renato Camilo e Antônio Furhmann.

Na última semana, o advogado, Jackson Júnior voltou para a cadeia em decorrência que o mesmo, segundo as investigações, estaria coagindo testemunhas, ou seja, tentando prejudicar as investigações. Em decorrência da cidade não contar com celas especiais, muito provavelmente, o mesmo tenha voltado para o Presídio Central, onde aguardará o pronunciamento da Justiça. A única defesa que se manifestou foi de Nilton Mota.  Segundo o seu advogado, Tasso de Souza o seu constituinte responderá todas as indagações feitas pela Justiça.