Criminosos atiram em casa de juiz e promotor durante apagão, em RO

Atentado contra autoridades aconteceu em Jaru nesta terça (11).  Em nota, associação dos magistrados classifica atitude como covarde.  Um juiz de direito e um ...

Policial
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Paulo Portaljipa EM 11/08/2015 ÀS 15:12:01

Criminosos atiram em casa de juiz e promotor durante apagão, em RO

Atentado contra autoridades aconteceu em Jaru nesta terça (11). 


Em nota, associação dos magistrados classifica atitude como covarde. 





Um juiz de direito e um promotor de Justiça de Jaru (RO) foram vítimas de um atentado durante o apagão que atingiu o estado de Rondônia na madrugada desta terça-feira (11). Segundo a Polícia Militar (PM), criminosos que estavam em uma motocicleta se aproximaram das residências na escuridão e efetuaram vários disparos de arma de fogo contra as casas das autoridades. 






Os atentados tiveram inicio após o apagão da energia elétrica que afetou grande parte do estado nesta terça. O primeiro ataque ocorreu na residência do juiz de direito, onde os disparos realizados ultrapassou o portão e atingiu a lataria de um automóvel que estava na garagem.


Logo após fugirem do local, os criminosos atiraram contra a casa do promotor de justiça. No local, segundo a PM, os tiros também atravessaram o portão e atingiram uma mureta de concreto. Ninguém ficou ferido.

Após o ataque, a Associação dos Magistrados do Estado de Rondônia (Ameron) divulgou nota de apoio e repúdio, onde declarou com veemência que o atentado trata-se de uma ação criminosa rasteira e que a "ação não se dirigiu apenas ao magistrado, mas sim contra o poder judiciário que vem sendo tão bem representada na cidade".
 


De acordo com a nota, o atentado trata-se de uma deplorável ação intimidatória cometida por quem certamente está sentindo o peso e a firmeza de um judiciário cumpridor dos deveres da melhor forma possível.


No texto, a associação chama os criminosos de covardes e diz "os juízes não se curvarão ao tal fato, e o peso da justiça continuará sempre a mesma para quem infringe as leis e insiste em confrontar as regras e os princípios de um estado democrático".


Após o atentado contra o juiz e o promotor, o caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil, que agora deve investigar o crime. Nenhum suspeito pelo crime foi identificado ou preso.


 

Fonte - Assessoria

Fotográfo - Divulgação

 
 
 
 
 
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