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Começa júri de ex-vereador acusado de matar homem com 3 tiros em RO

Policial

POR Paulo Portaljipa EM 14/11/2018 ÀS 11:24:41

Começa júri de ex-vereador acusado de matar homem com 3 tiros em RO

Começou na manhã desta quarta-feira (14) o julgamento do ex-vereador acusado de matar um homem com três tiros em Ji-Paraná (RO), na Região Central do estado. O crime foi em fevereiro deste ano.

Clodoaldo Cardoso (PR), ex-vereador da cidade, está sendo julgado por Júri Popular no Fórum Hugo Aller. Cerca de 50 pessoas assistem ao Júri.

Por volta de 9h30 o ex-vereador chegou algemado no Fórum da cidade. Na ocasião ele permaneceu sentado no banco dos réus, de cabeça baixa.

O julgamento começou minutos depois, com depoimentos de policiais que atenderam a ocorrência em fevereiro. Na sequência foram chamadas algumas testemunhas para contar ao Júri o que ocorreu no dia do assassinato.

Ex-vereador Clodoaldo Cardoso (PR) no julgamento em Ji-Paraná — Foto: Gedeon Miranda/G1Ex-vereador Clodoaldo Cardoso (PR) no julgamento em Ji-Paraná — Foto: Gedeon Miranda/G1Ex-vereador Clodoaldo Cardoso (PR) no julgamento em Ji-Paraná — Foto: Gedeon Miranda/G1

Assassinato

O ex-vereador é acusado de matar um homem na tarde do dia 10 de fevereiro, no bairro São Francisco. Na época, Clodoaldo teria se envolvido em uma discussão no meio da rua e efetuado três tiros contra a vítima, que não resistiu aos ferimentos.

A prisão contra o parlamentar foi decretada no mesmo dia e ele se entregou à polícia cinco dias após o crime. Desde então, permanece preso.

No dia 16 de fevereiro, a então defesa pediu a revogação da prisão, que foi negada pela Justiça. Em seguida pediu um habeas corpus, mas não conseguiu a liberdade do vereador.

Clodoaldo permaneceu no cargo e recebendo salário. De acordo com o regimento interno da câmara, cada vereador pode faltar até 11 sessões ordinárias, e na 12ª ele perde o cargo. O ex-vereador conseguiu completar a 10ª falta às sessões ordinárias da câmara.

O inquérito foi concluído pela Polícia Civil e entregue ao Ministério Público de Rondônia (MP-RO).

 

Fonte - G1

 
 
 
 
 
 
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