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  • Candidato a vereador prometeu mesada de R$ 15 mil ao Comando Vermelho, caso fosse eleito em Porto Velho

    Policial
    2 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 21/01/2020 ÀS 11:11:45

    Candidato a vereador prometeu mesada de R$ 15 mil ao Comando Vermelho, caso fosse eleito em Porto Velho
    Porto Velho, RO - A vontade de se eleger vereador em Porto Velho levou um professor de Educação Física e ex-atleta do Estado de Rondônia à prisão por envolvimento com o Comando Vermelho e suas ações criminosas.


    O professor (que não teve o nome revelado pela Polícia Civil) foi um dos 40 presos na Operação “Ordo Partium” e teve sua prisão mantida recentemente pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia.


    Interceptações telefônicas feitas pela Polícia Civil mostram que o professor chegou a se candidatar nas últimas eleições se comprometendo em defender as causas do grupo e ainda em garantir uma mensalidade de R$ 15 mil por 4 anos de mandato, além de assistência jurídica, transportes para familiares de presos no dia de visitas e vinte cargos comissionados na Câmara Municipal de Porto Velho.


    Segundo as intercepções telefônicas feitas pela Polícia Civil, o professor e os outros 39 acusados estavam organizando, por meio de grupos de mensagens do whatsapp, um evento para os membros e seus respectivos familiares, onde cada um dos membros iriam se apresentar pessoalmente e, na festa seriam sorteados uma arma e um colete balístico.


    O que mais chamou a atenção dos policiais é que o professor é filho de militar, nunca delinquiu e agora aparece como integrante de uma facção envolvida em tráfico de drogas, contrabando de armas, roubos, homicídios, dentre outros ilícitos perpetrados pelo grupo. Na operação, o ´ex-candidato´ é acusado de atuar como membro de organização criminosa armada. Atualmente ele encontra-se preso no Centr
    o de Correição da PM. 


    A situação não é incomum, mas revela o cuidado do eleitorado nas eleições desse ano e a importância de se conhecer bem o perfil do candidato (se isso é possível) e não eleger políticos comprometidos com o crime organizado. Ele iria vender o mandato em troca de apoio político e certamente não teria nenhum compromisso com a população. Exemplos como esse podem estar se repetindo nas eleições com outros pré-candidatos.




     

    Fonte - Oobservador

     
     
     
     
     
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