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  • Temer relaciona sua baixa popularidade ao corte de gastos.

    BRASÍLIA - Seis meses depois de assumir interinamente a Presidência e com baixa aprovação, o presidente Michel Temer minimizou a popularidade fraca do governo. Nesta segunda...

    Mundo
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    Paulo Portaljipa EM 08/11/2016 ÀS 12:13:20

    Temer relaciona sua baixa popularidade ao corte de gastos.

    BRASÍLIA - Seis meses depois de assumir interinamente a Presidência e com baixa aprovação, o presidente Michel Temer minimizou a popularidade fraca do governo. Nesta segunda-feira, em cerimônia a radialistas no Planalto, Temer relacionou a alta rejeição popular ao pacote de medidas para cortar gastos, e disse que todos os governantes desejariam gastar o "máximo possível". Segundo o Ibope, em pesquisas de julho a outubro, o percentual da população que classifica o governo de "ótimo" e "bom" subiu somente um ponto: de 13% para 14%.


    — Qual é o governante que não quer gastar o máximo possível? Porque o gasto traz popularidade, e restringir o gasto pode trazer impopularidade. Mas não pensamos apenas no Brasil de hoje, mas no Brasil de amanhã - disse Temer.


    Temer tornou-se presidente interino em 12 de maio, com o afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff, e efetivou-se no Planalto em 31 de agosto. A primeira pesquisa que o avaliava como interino, divulgada pelo Ibope em primeiro de julho, trazia uma aprovação de 13% e rejeição de 39%. Em setembro, o mesmo instituto mostrou que a avaliação do governo como "ótimo" e "bom" variava de 8% a 19% nas capitais. Em outubro, levantamento do Ibope indicou que 14% da população aprovava a gestão de Michel Temer, e 39% a rejeitava.


    Em discurso no evento no Palácio do Planalto nesta segunda-feira que anunciou a migração de 244 emissores de rádio do sistema AM para a faixa FM, Temer exaltou o apoio do Congresso, como costuma fazer na maior parte das vezes desde que assumiu a Presidência interinamente. Em suas falas, não é praxe que a popularidade do governo, que ainda patina depois de seis meses, seja abordada diretamente.







    — Este ato de hoje, em que os senhores vão se comunicar com o povo todo, os senhores vão ajudar o Brasil a impedir que ele naufrague — afirmou o presidente, que lembrou da relevância das rádios locais durante sua infância no interior de São Paulo.


    — Nós todos tínhamos, ao longo do curso ginasial, uma extraordinária sedução pelas informações das emissoras locais.


     

     

    Fonte - O GLOBO

    Fotográfo - Divulgação

     
     
     
     
     
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