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  • Furacão Matthew mata mais de mil pessoas em oito países - Fotos

    A cada momento, dados impressionantes de danos causados com a passagem do furacão “Matthew” revelam o poder do evento natural ao atingir países banhados pelo Oceano Atlâ...

    Mundo
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    Paulo Portaljipa EM 07/10/2016 ÀS 19:16:44

    Furacão Matthew mata mais de mil pessoas em oito países - Fotos

    A cada momento, dados impressionantes de danos causados com a passagem do furacão “Matthew” revelam o poder do evento natural ao atingir países banhados pelo Oceano Atlântico.


    Desde a sua rápida intensificação, ainda com status de uma tempestade tropical, na quinta-feira (28/09), o sistema percorreu boa parte do Caribe, norte da América do Sul e por último chegando ao leste dos Estados Unidos com muita energia e deixando um rastro de destruição.


    “Matthew” é o primeiro furacão de categoria 5 na Escala Saffir-Simpson ao atingir a América do Sul (continente), cujos ventos sustentados ficam acima de 249 km/h.


    Em 2007, o furacão "Felix" também passou raspando a costa norte da Colômbia e Venezuela indo em direção ao México, mas a graduação da categoria 5 ocorreu somente após o mesmo passar sobre o território colombiano.


    "Felix" foi rebaixado para a categoria 3, mas se fortaleceu ao cruzar águas quentes do Atlântico fazendo landfall (tocando o solo) novamente na categoria 5 destruindo o litoral da Nicarágua e matando mais de 130 pessoas.


    O furacão “Matthew” atingiu a categoria 5 no dia 1° de outubro justamente sobre águas venezuelanas provocando muitos estragos também na Colômbia.


    Ao avançar para norte, a tormenta prevaleceu muito forte e organizada na categoria 4, com ventos entre 221-249 km/h despejando chuvas torrenciais, provocando intensas rajadas de vento e causando forte agitação marítima entre Cuba, Haiti e Jamaica.


    O “olho” de “Mathew” - que chegou a ser vislumbrado por fanáticos como tendo aspecto de uma caveira demoníaca - tocou o oeste do Haiti, onde houve devastação em massa das cidades.


    O formado e espalhamento das nuvens deve-se ao cisalhamento (corte do vento) em níveis altos, ou seja, por questões completamente naturais.


    O número de mortos, segundo autoridades do país, já havia superado 900 corpos na tarde desta sexta-feira (01), mas o próprio governo haitiano reconheceu que mais de mil pessoas podem ter morrido. A precária condição de deslocamento das equipes de resgaste e a falta de comunicação dificultam a contagem dos corpos.


    O Haiti foi o país mais afetado por “Matthew”, cuja infraestrutura é muito precária, onde a maioria das casas não são de alvenaria e o telhado de zinco reforça a fragilidade das casas.


    O país ainda não foi reconstruído do terremoto que devastou o país em 2010, onde até hoje muitas pessoas moram em barracas.


    Devido ao grande número de mortos, corpos foram enterrados em valas comuns, distantes de cemitérios, devido ao risco de contaminação e a dificuldade de acesso às questões burocráticas para a liberação dos mesmos.


    A comuna de Jeremias, localizada no departamento de Grande Enseada, teve 95% das casas destruídas desabrigando mais de 30 mil pessoas.


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    “Matthew” também passou pelas Bahamas provocando muita destruição em vilas e hotéis e nas últimas 24 horas chegou aos Estados Unidos provocando muitos estragos no leste do estado da Flórida, embora mais fraco, na categoria 3, cujos ventos variam entre 178-210 km/h.


    Mais de um milhão de norte-americanos foram impactados pelo furacão, principalmente com obstrução de estradas por conta de alagamentos e quedas de árvores e interrupção no fornecimento de energia elétrica.


    Por onde passou, “Matthew” não destruiu apenas residências desabrigando famílias inteiras. Creches, escolas, igrejas e hospitais viraram amontoados de escombros após o deslocamento da tempestade. Também houve registro de mortes em Aruba, Cuba, Curação, Colômbia, Granada e Jamaica, onde a somatória apenas de óbitos superou mil corpos sendo considerado um dos furacões mais mortíferos da história recente.


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    Dados meteorológicos
    O National Weather Service (NWS) informou que até às 6 horas (UTC) desta sexta-feira, o volume de chuva registrado no município de North Myrtle Beach, Carolina do Sul havia chegado a 482,6 milímetros.


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    O recorde, contudo, é de 754,1 mm entre 14 e 22 de agosto de 1999, em Wilmington, no estado norte-americano de Delaware, durante a passagem do furacão “Floyd”, quando todas as bacias hidrográficas da região excederam o limite de água em mais de 500 anos.


    O monitoramento feito pelo National Hurricane Center (NHC) indicou que “Matthew” ainda terá energia o suficiente para despejar até 500 milímetros de chuva em municípios do leste da Flórida, sul da Geórgia e leste da Carolina do Sul nas próximas 24/48 horas.


    Nas Bahamas, uma estação meteorológica instalada nas Ilhas Berry registrou precipitação acumulada em apenas 24 horas de 728,2 milímetros sendo quase 500 milímetros em apenas três horas, além de rajada máxima de vento de 163 km/h.


    No Oceano Atlântico, boias que resistiram à energia do furacão registraram pressão atmosférica mínima de 921 hPa e ondas de 10,50 metros de altura.


     


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    Fonte - De Olho no tempo

    Fotográfo - Divulgação

     
     
     
     
     
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