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    Nesta primeira segunda-feira de trabalho o novo presidente americano Donald Trump assinou um decreto para retirar os Estados Unidos de um acordo comercial que é considerado o maior do...

    Mundo
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    Paulo Portaljipa EM 24/01/2017 ÀS 18:29:27

    Decreto de Trump tira EUA do maior acordo comercial do mundo

    Nesta primeira segunda-feira de trabalho o novo presidente americano Donald Trump assinou um decreto para retirar os Estados Unidos de um acordo comercial que é considerado o maior do mundo.


    A caneta começou a trabalhar. Nesta segunda-feira (23), foram três ordens executivas.


    A mais importante sinaliza uma nova era para o comércio mundial. Era uma promessa de campanha: acabar com a parceria transpacífica, o maior acordo de livre comércio do mundo, que unia 12 países do lado de cá e de lá do oceano.


    "Vai ser muito bom para os trabalhadores americanos", disse Trump.


    O presidente pretende agora apostar em acordos bilaterais.


    Por isso, no Canadá, o primeiro-ministro tratou de reunir nesta segunda-feira todo seu ministério.


    Justin Trudeau é conhecido por ter montado um gabinete diverso, globalizado, e que agora está batendo cabeça para ver como se comportar com o novo vizinho.


    É que Trump já prometeu também renegociar o Nafta, o acordo comercial que une Estados Unidos, Canadá e México.


    E a primeira-ministra britânica, Theresa May, já vai viajar para os Estados Unidos na sexta-feira (27) para discutir acordos entre os dois países.


    Mas o Trump está mais interessado na política interna. Nesta segunda recebeu grandes empresários para ouvir deles como podem criar mais empregos dentro dos Estados Unidos. E também se reuniu com sindicatos para ouvir as reinvindicações.


    Se a gente vinha de uma era em que as fronteiras pareciam desaparecer, os próximos anos vão ser uma contrarreação, pelo menos se depender de uma das maiores potências do mundo. É uma volta do nacionalismo que vem associado a um claro repúdio da imprensa.


    Nesta segunda, o porta-voz do governo deu a primeira entrevista coletiva e boa parte dela foi usada para discutir a relação entre Casa Branca e jornalistas.


    O porta-voz reclamou que a imprensa está de má vontade com o novo presidente, disse que a intenção dele vai ser sempre falar a verdade mas que às vezes pode discordar dos fatos.


    Ele se referia à bronca que deu nos jornalistas no sábado (21) porque reportaram o fato de menos gente ter ido à posse do Trump do que à do Obama, em 2009.


    No domingo (22), a conselheira de Trump, Kellyanne Conway, chegou a dizer que o porta-voz da Casa Branca tinha apresentado "fatos alternativos" ao argumentar que cerimônia de posse de Trump tinha sido a mais assistida da história.


    Nesta segunda, Sean Spicer insistiu que mais gente tinha assistido à posse de Trump, somando os presentes, os que viram pela TV e pela internet.


    Acontece que não há números oficiais de quantas pessoas assistiram pela internet. Dessa forma, a nova Casa Branca parece só concordar com evidências se elas comprovarem suas convicções. Uma nova era.


    Transpacifico

     

    Fonte - O GLOBO

    Fotográfo - Divulgação

     
     
     
     
     
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