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  • Paulo Guedes confirma fusão dos ministérios da Agricultura e Meio Ambiente

    Meio Ambiente
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    Paulo Portaljipa EM 30/10/2018 ÀS 16:41:18

    Paulo Guedes confirma fusão dos ministérios da Agricultura e Meio Ambiente

    As especulações que foram feitas durante toda a campanha presidencial se confirmaram e e, nesta terça-feira (30), o coordenador político do presidente eleito Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, e o seu economista, Paulo Guedes, informaram que os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura serão fundidos em uma pasta só. 

    Também serão agregados no ministério da economia as pastas da Fazenda, Indústria e Comércio. 

    As informações foram confirmadas após a primeira reunião da equipe de Bolsonaro. As especulações agora se dão sobre o nome de quem irá assumir o ministério da Agricultura e Meio Ambiente do Brasil.

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro criará um superministério para cuidar da economia que unirá as pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio e esta pasta estará sob o comando do economista Paulo Guedes, disse nesta terça-feira o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que será ministro-chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro.

    A jornalistas no Rio de Janeiro após reunião com Bolsonaro, Guedes e outros integrantes da equipe do presidente eleito, Onyx também disse que foi definida a fusão dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente em uma só pasta.

    Após o encontro, Guedes também falou com a imprensa e disse que a economia brasileira será aberta de forma gradual para evitar prejuízos e afirmou que a indústria brasileira será retomada com juros baixos e redução de impostos.

    A união de ministérios significa um novo recuo em posições recentes de Bolsonaro. Apesar de ter proposto a união das pastas em boa parte da campanha, ele afirmou recentemente que atenderia um pedido de representantes da indústria para manter o Ministério da Indústria e Comércio Exterior e que estava aberto a ouvir setores do agronegócio contrários à fusão do Ministério da Agricultura com o do Meio Ambiente.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

    QG de Bolsonaro propõe superministério de infraestrutura, mas setor quer manter Minas e Energia separado

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O grupo responsável por formular o desenho do setor de infraestrutura no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) propôs a criação de um superministério, embora representantes do setor elétrico venham pressionando nos bastidores para deixar o Ministério de Minas e Energia (MME) fora desse novo modelo.

    No novo organograma sugerido à equipe de Bolsonaro, segundo revelou à Reuters uma fonte com conhecimento direto do assunto, fariam parte desse superministério de infraestrutura as áreas de transportes (rodoviário, ferroviário, aéreo, portuário e hidroviário), mobilidade urbana, saneamento, energia, petróleo, gás, mineração e telecomunicações.

    O órgão, se vingar o plano, ficaria responsável por competências que atualmente estão espalhadas pelos Ministérios de Minas e Energia; Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e Cidades; e Transportes, Portos e Aviação Civil.

    Dentro dessa estrutura, disse a fonte, ainda seria criado um organismo para lidar com questões ambientais regulatórias. Seria uma espécie de autoridade forte para tratar com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), o Ministério Público, o Tribunal de Contas da União (TCU), a Controladoria-Geral da União (CGU) e demais órgãos de controle para acelerar licenciamentos ambientais de projetos e reduzir prazos para implementação de ações.

    Esse novo órgão foi incluído na quarta-feira da semana passada pelo grupo de militares, servidores públicos e outros auxiliares --o chamado QG de Brasília, em alusão à presença de representantes das Forças Armadas-- na proposta final da estrutura do setor de infraestrutura no governo Bolsonaro.

    O general da reserva do Exército Oswaldo Ferreira é o principal nome para assumir essa pasta, caso esse desenho seja confirmado pelo governo eleito. Em entrevista recente à Reuters, Ferreira disse que era preciso avaliar se o melhor seria uma estrutura única para a infraestrutura. Procurado por telefone nesta terça-feira, ele não foi localizado para comentar o assunto.

    SETOR ELÉTRICO

    Apesar da estrutura já desenhada, representantes de peso do setor elétrico buscam manter o MME fora desse novo superministério, disse a fonte. A avaliação de pessoas do setor, que já chegou à equipe de Bolsonaro, é que o atual ministério já tem uma série de atribuições e que a fusão a outros órgãos poderia atrapalhar planos.

    Reportagem da Reuters mostrou que a equipe de Bolsonaro tem avaliado uma lista de nomes que poderiam ser indicados para assumir a pasta das Minas e Energia, incluindo o do ex-chefe do ministério no atual governo Fernando Coelho Filho (DEM-PE) e o do deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), disseram à Reuters duas fontes com conhecimento do assunto.

    Em paralelo, Bolsonaro também tem sido sondado pelo deputado federal Leonardo Quintão (MDB-MG), interessado na pasta, e avaliado a possibilidade de nomear um nome ligado ao meio militar para o cargo, adicionou uma das fontes com conhecimento das conversas, que falou sob a condição de anonimato.

    Segundo fonte ouvida pela Reuters nesta terça-feira, parte do setor -- fragmentado em diversas associações -- pressiona, caso o MME fique fora do novo órgão, para emplacar Fernando Bezerra Coelho Filho.

    Outro nome citado para o cargo, que não é do núcleo partidário de apostas, é do professor associado do departamento de Economia da Universidade de Iowa (EUA), Luciano de Castro, que também fez parte da equipe de formulação de propostas para o setor em Brasília.

    No início do mês, reportagem da Reuters mostrou que Bolsonaro tem prometido uma política liberal no setor elétrico e a privatização da Eletrobras, em modelo diferente ao do governo do presidente Michel Temer.

    "O pessoal do setor, como tem uma cultura muito consolidada e tradicional, eles não queriam misturar com os demais ramos da infraestrutura", disse a fonte que acompanha internamente esse embate entre as duas concepções para a Reuters. Para essa fonte, a aposta é que Ferreira será o superministro da Infraestrutura, mas ele disse que ainda não está descartado que outro nome assuma exclusivamente o MME.

    Nesta manhã, um dos principais interlocutores interlocutores de Bolsonaro, o vice-presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse que novos ministros do governo eleito podem ser anunciados ainda nesta terça-feira. Por ora, foram confirmados pelo presidente eleito Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Augusto Heleno (Defesa) e Paulo Guedes (Economia).

     

    Reforma tributária é pauta de jantar com empresários pró-Bolsonaro

    Sebastião Bomfim, da Centauro, reuniu ontem à noite em sua casa alguns empresários que apoiam Jair Bolsonaro.

    Flávio Rocha, da Riachuelo, apresentou sugestões para a reforma tributária. Joice Hasselmann representou Jair Bolsonaro no encontro.

    Paulo Guedes confirma fusão de ministérios (O Antagonista)

    Paulo Guedes, o economista-chefe de Jair Bolsonaro, disse hoje que sua área terá apenas uma pasta: a da Economia, englobando Fazenda, Indústria e Comércio.

    Era a ideia inicial do presidente eleito –mas, durante a campanha, Bolsonaro ouviu críticas dos setores interessados e disse que desistiria da fusão.

    Guedes e Onyx Lorenzoni, o coordenador político do futuro governo, também confirmaram que as pastas de Agricultura e Meio Ambiente serão reunidas.

    As informações foram passadas pelos dois após a primeira reunião da equipe do presidente eleito, relata O Globo.

    Guedes diz que reforma da Previdência está atrasada e quanto mais rápida for feita, melhor

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O economista Paulo Guedes, que assumirá um superministério da área econômica no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira que a reforma da Previdência está atrasada do ponto de vista econômico e defendeu que quanto mais rápido ela for feita, melhor será.

    A declaração de Guedes foi feita após reunião no Rio de Janeiro com Bolsonaro, da qual também participou o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que será o chefe da Casa Civil de Bolsonaro. Onyx afirmou que o presidente eleito irá a Brasília na próxima terça-feira para se reunir com o presidente Michel Temer com o objetivo de tratar da transição do governo.

    Em entrevista à TV na noite de segunda, o presidente eleito disse que conversará com Temer sobre medidas que podem ser aprovadas pelo Congresso ainda este ano, entre elas a reforma da Previdência.

    "Semana que vem estaremos em Brasília e buscaremos junto ao atual governo de Michel Temer aprovar alguma coisa no que está em andamento lá, como a reforma da Previdência, senão no todo, em parte do vai sendo proposto, o que evitaria problemas para o futuro governo", disse Bolsonaro na segunda-feira.

    Paulo Guedes diz que seria 'natural' Ilan Goldfajn permanecer à frente do Banco Central

    O ministro escolhido por Jair Bolsonaro para a área econômica, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira (30) que seria "natural" o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, permanecer à frente da instituição.

    Guedes falou com jornalistas antes de uma reunião com Bolsonaro e outros assessores do presidente eleito para discutir a formação da equipe ministerial do próximo governo.

    Ele disse ainda que o novo governo vai aprovar a independência do Banco Central e que esta será a última transição política em que vai se discutir se o presidente da instituição financeira vai ou não permanecer no próximo mandato do Palácio do Planalto.

    "Não podemos estar a cada eleição: 'Ele fica, não fica? Muda, não muda?' Teremos um Banco Central independente", afirmou Guedes. "É a última vez que vai existir essa incerteza durante uma eleição", completou.

    Segundo ele, o mandato de presidente do BC independente seria de 4 anos, entre o fim de um mandato de presidente da República e o início de outro. Guedes disse que tanto ele quanto Ilan pensam parecido sobre a atuação do Banco Central.

    Leia a notícia na íntegra no site do G1.

    Moro diz que eventual convite para ministro da Justiça ou STF será objeto de reflexão

    BRASÍLIA (Reuters) - O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato em Curitiba (PR), afirmou nesta terça-feira que um eventual convite para o ocupar o Ministério da Justiça ou uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) será objeto de "ponderada discussão e reflexão", caso efetivamente ocorra.

    Em entrevista na véspera, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que poderia convidar Moro para qualquer um dos dois cargos.

    "Sobre a menção pública pelo sr. presidente eleito ao meu nome para compor o Supremo Tribunal Federal quando houver vaga ou para ser indicado para ministro da Justiça em sua gestão, apenas tenho a dizer publicamente que fico honrado com a lembrança. Caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão", disse Moro em nota.

    Interlocutores de Bolsonaro já sondaram dois cotados para ocupar a pasta da Justiça, o ex-presidente do STF Carlos Ayres Britto e a ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon. Os dois disseram em entrevista à Reuters que declinam do convite e o governo eleito ainda está em busca de um nome para o ministério.

    No caso do STF, a questão é diferente. Exceto se algum ministro pedir aposentadoria antes, a próxima vaga no STF será aberta somente em 2020, com a aposentadoria do decano Celso de Mello. Os ministros só são aposentados compulsoriamente aos 75 anos.

     


     

    Fonte - Das Agências


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