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  • Moradores denunciam descarte irregular de lixo às margens da Linha-94 em Ji-Paraná, RO

    Todo tipo de lixo é jogado ao lado de um igarapé. Segundo Sedam, problema é comum e população deve ser conscientizada.

    Meio Ambiente
    2 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 03/10/2017 ÀS 21:12:14

    Moradores denunciam descarte irregular de lixo às margens da Linha-94 em Ji-Paraná, RO

    Moradores denunciaram o descarte irregular de lixo às margens da Linha-94 em Ji-Paraná, cidade situada a cerca de 370 quilômetros de Porto Velho. A denúncia foi feita através do aplicativo Tô Na Rede. Segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), infelizmente este ainda é um hábito comum dos moradores e apenas com conscientização pode ser mudado.

    De acordo com a denúncia, próximo a um igarapé há uma área perto da estrada sendo utilizada como lixão. No local é possível encontrar vários tipos de objetos descartados, fraldas descartáveis, galões de água, resto de sofás.

    De acordo com o gerente regional da Sedam João Bernadi, infelizmente, casos como o da Linha-94 ainda são muito comuns entre a população de modo geral e também donos de comércios. Segundo o gerente, mesmo que haja trabalhos de conscientização realizados por vários órgãos públicos ou não, há uma grande deficiência para conseguir fiscalizar de maneira eficiente.

    “As pessoas precisam ser conscientes de que o lixo que elas estão jogando no meio ambiente volta para elas ou em forma de vetores, como a dengue, ratos, poluição das águas”, lembra.

    Mas João ainda explica que além dos riscos ao meio ambiente, jogar lixo em terrenos baldios, às margens de rodovias ou em igarapés, é um crime ambiental passível deprisão.

    Três órgãos são responsáveis pela fiscalização, recebimento de denúncias e repreensão aos crimes ambientais: Sedam, Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia) e a Polícia Ambiental.

    “Tem que denunciar. Mas para que haja repreensão do crime, são necessárias provas. Então, ao ver alguém jogando lixo em locais inadequados, tente registrar, em foto ou vídeo, anotar a placa do veículo se for caso. Sem estas provas, nosso trabalho se torna quase impossível”, explica João.

     

    Fonte - G1

    Fotográfo - Reprodução

     
     
     
     
     
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