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  • POLÍCIA FEDERAL: OPERAÇÃO 'FECHA' PREFEITURA

    Judiciário
    2 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 12/12/2018 ÀS 17:44:39

    POLÍCIA FEDERAL: OPERAÇÃO 'FECHA' PREFEITURA

    Após denúncia do Tribunal de Contas da União (TCU), a Polícia Federal está realizando neste momento uma operação na prefeitura de Colorado do Oeste que investiga supostas fraudes nas licitações do município.

    A operação segue o mesmo estilo da operação “Pedágio” realizado no final de novembro em Ji-Paraná. Entre os presos em Colorado do Oeste, segundo as primeiras informações, estão o secretário de saúde, Gilmar Dorassio, e membros da comissão de licitação.

    Ainda no final do mês de novembro, foram demitidas duas servidoras investigadas por fraude na folha de pagamento na prefeitura de Colorado.

    Entenda o caso

    Um servidor também do quadro do município foi quem descobriu a fraude. A desconfiança, segundo ele, começou quando servidores passaram a ter padrões de vida divergentes da remuneração recebida pela prefeitura.

    “Comecei a pesquisar no site da transparência e descobri essa fraude que é realizada há muito tempo. Quando saia o pagamento, a servidora adulterava os valores do contracheque que era enviado para o banco. Quando compensava no banco, a pessoa apagava os valores alterados e voltava o valor original”, explica.

    Uma das servidoras demitidas teria manipulado o próprio salário e o da mãe dela.

    A remuneração da servidora, segundo o Portal da Transparência, é R$ 1.987,55. No pagamento de abril, é possível observar que o número 3 aparece antes do adicional quinquênio. Nesse mês a remuneração saltou para R$ 5.174,23.

    O Executivo Municipal explicou que o caso foi descoberto quando houve a migração do sistema de gestão, sendo comunicado ao Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público, e instaurado um Processo Administrativo Disciplinar, que resultou na demissão das servidoras.

    Conforme a Portaria 466/2018, o relatório final resolveu aplicar a pena de demissão a servidora lotada na Secretaria de Administração e Finanças, em razão de ter cometido crime contra a administração pública, improbidade administrativa e transgressão do Art. 133, X, previsto no Artigo, e XIII, da Lei Complementar 071/2012.

    O caso segue na justiça e ainda aguarda uma sentença do judiciário. (com informações do Conesul Acontece)


     

    Fonte - Folha de Vilhena

     
     
     
     
     
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