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PF deflagra nova fase da Operação Carne Fraca e mira BRF

As ações da BRF despencavam 11% no começo dos negócios desta segunda-feira, diante de nova fase da operação Carne Fraca, da Polícia Federal, envolvendo a empresa.

Judiciário

POR Paulo Portaljipa EM 05/03/2018 ÀS 16:11:33

PF deflagra nova fase da Operação Carne Fraca e mira BRF

Mapa deve suspender preventivamente exportações da BRF por acobertamento de salmonela


As ações da BRF despencavam 11% no começo dos negócios desta segunda-feira, diante de nova fase da operação Carne Fraca, da Polícia Federal, envolvendo a empresa.

Mais cedo, a PF informou que cumpria 11 mandados de prisão e 27 de condução coercitiva como parte da 3ª fase da operação Carne Fraca, tendo como alvo a BRF. O ex-presidente-executivo global da empresa Pedro de Andrade Faria foi preso, segundo o site do jornal O Estado de S.Paulo .

As ações das demais empresas do setor de proteínas também eram pressionadas no começo dos negócios. JBS caía 3,4% e Marfrig perdia 1,58%, enquanto o Ibovespa cedia 5%. Fora do índice, Minerva caía 2,68%.

 

No Estadão: Ex-presidente da BRF é preso em nova fase da Carne Fraca

A Operação Trapaça, nova fase da Carne Fraca, deflagrada nesta segunda-feira, 5, mira fraudes laboratoriais perante o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.  Um dos alvos é a empresa BRF, gigante do setor de carnes e processados. O ex-presidente da empresa Pedro de Andrade Faria (2015 a 31 de dezembro de 2017) foi preso.

Em nota, a PF informou que agentes cumprem 91 ordens judiciais nos Estados do Paraná, de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul, de Goiás e de São Paulo: 11 mandados de prisão temporária, 27 mandados de condução coercitiva e 53 mandados de busca e apreensão. Cerca de 270 policiais federais e 21 auditores fiscais federais agropecuários participam das ação coordenada entre a Polícia Federal e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A Trapaça aponta que cinco laboratórios credenciados junto a Agricultura e setores de análises do grupo empresarial fraudavam resultados de exames em amostras de seu processo industrial, informando ao Serviço de Inspeção Federal dados fictícios em laudos e planilhas técnicos.

Leia a notícia na íntegra no site do Estadão

No Estadão: PF deflagra nova fase da Operação Carne Fraca e mira BRF

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira, 5, uma nova fase da Operação Carne Fraca que tem como alvo um esquema de fraudes descoberto na empresa BRF,gigante do setor de carnes e processados.

Desde as 6h são cumpridos 91 mandados decretados pela Justiça Federal, do Paraná. Batizada de Operação Trapaça, 11 pessoas estão com ordem de prisão temporária e 27 de condução condução coercitiva. Os policiais cumprem ainda 53 mandados de busca e apreensão em unidades da BRF – dona da Sadia e Perdigão.

A terceira fase da Carne Fraca – deflagrada pela primeira vez em março de 2017 – tem como alvo esquema de fraudes contra o Ministério da Agricultura supostamente praticados por empresas do grupo BRF.

Leia a notícia na íntegra no site do Estadão.

No G1: PF cumpre 11 mandados de prisão temporária na 3ª fase da Operação Carne Fraca

A Polícia Federal (PF) cumpre mandados judiciais da 3ª fase da Operação Carne Fraca, deflagrada na manhã desta segunda-feira (5), sendo 11 de prisão temporária. O alvo desta etapa é a BRF Brasil Foods. Há ainda 27 mandados de condução coercitiva e 53 de busca e apreensão.

Esta nova fase foi batizada de Operação Trapaça. Ao todo, são 91 ordens judiciais no Paraná, em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, em Goiás e em São Paulo.

Conforme a PF, as investigações apontaram que cinco laboratórios credenciados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e setores de análises de determinado grupo empresarial fraudavam resultados de exames em amostras de processo industrial. Assim, informavam dados fictícios em laudos e planilhas técnicos ao Serviço de Inspeção Federal.

Os investigados podem responder, de acordo com a PF, por crimes como falsidade documental, estelionato qualificado e formação de quadrilha ou bando, além de crimes contra a saúde pública, entre outros.

Leia a notícia na íntegra no G1.,

Na Reuters: PF cumpre 11 mandados de prisão em nova fase da Carne Fraca, com BRF como alvo

LOGO REUTERS

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Polícia Federal cumpre na manhã desta segunda-feira 11 mandados de prisão e 27 de condução coercitiva como parte da 3ª fase da operação Carne Fraca, informou a PF em comunicado, e uma fonte com conhecimento da operação disse que o alvo principal da ação é a gigante alimentícia BRF.

A operação Carne Fraca foi deflagrada inicialmente pela PF em março do ano passado, e jogou o setor de proteínas do Brasil em uma grave crise de credibilidade com denúncias de irregularidades na fiscalização de frigoríficos, levando muitos países a suspenderem temporariamente as compras dos produtos nacionais.

Na ação desta segunda-feira, chamada Operação Trapaça, agentes da PF cumprem um total de 91 mandados judiciais nos Estados de Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e São Paulo, segundo comunicado da PF.

"As investigações demonstraram que cinco laboratórios credenciados junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e setores de análises de determinado grupo empresarial, fraudavam resultados de exames em amostras de seu processo industrial, informando ao Serviço de Inspeção Federal dados fictícios em laudos e planilhas técnicos", disse a PF em nota, sem identificar a empresa envolvida.

De acordo com uma fonte com conhecimento da operação, a empresa investigada é a gigante BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão. Procurada pela Reuters, a BRF não respondeu de imediato a um pedido de comentário sobre a operação policial.

"As fraudes operadas tinham como finalidade burlar o Serviço de Inspeção Federal (SIF/MAPA) e, com isso, não permitir que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento fiscalizasse com eficácia a qualidade do processo industrial da empresa investigada", acrescentou a PF.

Segundo a Polícia Federal, as investigações demonstraram que a prática das fraudes contava com a anuência de executivos do grupo empresarial, e também foram constatadas manobras extrajudiciais operadas por executivos do grupo com o fim de acobertar a prática dos atos ilícitos ao longo das investigações.

(Por Pedro Fonseca; Reportagem adicional de Ana Mano, em São Paulo)



 

Fonte - Fonte: Estadão + G1 + Reuters


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