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    Juiz Sérgio Moro decretou a prisão de lobistas suspeitos de terem ligação com o senador Renan SÃO PAULO (Reuters) - A Polícia Federal e o Ministér...

    Judiciário
    2 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 23/02/2017 ÀS 12:31:17

    Lava Jato avança contra partido de Temer -

    Juiz Sérgio Moro decretou a prisão de lobistas suspeitos de terem ligação com o senador Renan


    SÃO PAULO (Reuters) - A Polícia Federal e o Ministério Público Federal lançaram nesta quinta-feira a 38ª fase da operação Lava Jato visando dois operadores financeiros que prestariam serviços para o PMDB no esquema de corrupção na Petrobras, informaram os dois órgãos.


    Os dois operadores não tiveram seus nomes revelados pelas autoridades, mas segundo uma fonte com conhecimento das investigações são Bruno Luz e Jorge Luz, e tiveram prisão preventiva decretada, mas estariam no exterior e possuem dupla nacionalidade, de acordo com o Ministério Público.


    Além dos dois mandados de prisão preventiva, policiais federais também realizavam 15 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, de acordo com a PF.


    "Os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas, lavagem de dinheiro dentre outros", informou a PF em nota. 


    Esta fase da Lava Jato foi batizada de Blackout, em referência ao sobrenome dos acusados e para "demonstrar a interrupção definitiva  da atuação destes investigados como representantes deste poderoso esquema de corrupção".


    A operação teve como base principal depoimentos prestados em acordos de delação premiada reforçados, segundo o MPF, por informações documentais e provas obtidas em acordos de cooperação jurídica internacional.


    Os operadores atuariam na diretoria internacional da Petrobras e são suspeitos de intermediar o pagamento de propinas na compra dos navios-sonda Petrobras 10.000 e Vitória 10.000, na operação do navio sonda Vitoria 10.000 e na venda, pela Petrobras, da Transener para a empresa Eletroengenharia, informou o Ministério Público.


     


    Os dois investigados também atuavam, segundo os procuradores, de forma esporádica nas diretorias de Abastecimento e Serviços da estatal. 


    "As prisões foram decretadas para garantia de ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal, tendo em conta a notícia que os investigados se evadiram recentemente para o exterior, possuindo inclusive dupla nacionalidade", disse o procurador Diogo Castor de Mattos, que integra a força tarefa da Lava Jato, segundo comunicado do MPF.


     


    Segundo o Ministério Público, na decisão que autorizou o lançamento da 38ª fase da Lava Jato, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato em primeira instância, determinou que, caso confirmada a ida dos acusados para o exterior, o nome deles seja incluído na lista de foragidos da Interpol.

     

    Fonte - REUTERS

    Fotográfo - Divulgação

     
     
     
     
     
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