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  • Impasse continua: agentes mantêm paralisação por tempo indeterminado

    Judiciário
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    Paulo Portaljipa EM 29/01/2019 ÀS 11:50:26

    Impasse continua: agentes mantêm paralisação por tempo indeterminado

    A presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado (Singeperon), Dahiane Gomes, garantiu que a mobilização dos servidores continua por tempo indeterminado em todo o Estado.  De acordo com ela a intervenção militar nos presídios sendo comandada pela Polícia Militar a população fica desassistida. Segundo ela dentro dos presídios estão cerca de 250 policiais que deveriam estar nas ruas protegendo a população. 

    “É desnecessária a intervenção nos presídios porque isso só deve acontecer quando há realmente um caos instalado o que não era o caso e quem perde é a população que pode sofrer nas mãos dos criminosos. Nós não estávamos e nem estamos em greve e sim cumprindo a lei que nos regulamenta na questão da segurança realizando a Operação Padrão”, disse Dahiane Gomes, assegurando que todos os servidores que estão no movimento são agentes penitenciários de folga.

    A presidente disse ainda que, a intervenção militar está acontecendo porque o Governo não quer cumprir com o acordo junto à categoria e nem negociar com os trabalhadores. “O nosso realinhamento feito dentro do nosso próprio orçamento acertado por eles não tinha impacto nenhum, mas os miliares da reserva que foram convocados, esses sim têm um custo para o Estado em mais de R$ 1 milhão”, enfatizou a presidente.

    Ainda de acordo com a presidente, durante o movimento dos trabalhadores, estavam sendo realizadas visitas nas unidades que tinham o número de servidores exigidos por lei para que fosse feito os trabalhos, mas em outros presídios não havia condições e infelizmente não foi feito por questão de segurança. 

    Sobre relatos de ameaças a agentes penitenciários por parte de policiais militares afirmando que quem não fosse cumprir os plantões compulsórios seriam demitidos e presos, o Coronel Alexandre disse não ter conhecimento do ocorrido. “Ele nos explicou que se isso aconteceu ele não tomou conhecimento, mas deixou claro que essa não é a ordem. Se tiver algum servidor sendo ameaçado é para procurar os superiores”, finalizou Dahiane.

     

    Fonte - Rondoniagora

     
     
     
     
     
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