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  • Filiado ao PTB, comerciante famoso em Jaru é condenado a seis anos de cadeia por estuprar a própria sobrinha por afinidade

    Judiciário
    3 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 28/05/2019 ÀS 11:53:24

    Filiado ao PTB, comerciante famoso em Jaru é condenado a seis anos de cadeia por estuprar a própria sobrinha por afinidade

    Porto Velho, RO – No dia 15 de maio o juiz de direito Luís Marcelo Batista da Silva, da 1ª Vara Criminal de Jaru, condenou o famoso empresário V. L. de O., filiado ao PTB na região, por estuprar a própria sobrinha por afinidade, ou seja, familiar não ligada pelo vínculo sanguíneo, mas sim através da convivência.O comerciante é conhecido na cidade por usar um apelido, porém, o jornal eletrônico Rondônia Dinâmica resolveu não revelar as credenciais do cidadão porque o processo ainda comporta recursos.

    Entretanto, a sentença aplicada pelo magistrado por ora foi de seis anos de reclusão. A pena, caso os autos transitem em julgado, será cumprida em regime semiaberto. Luís Marcelo Batista informou também que o réu não faz jus ao direito à substituição da pena privativa de liberdade por restritivas de direito.

    A denúncia

    Para obter a condenação, o Ministério Público (MP/RO) alegou que, no dia 07 de agosto de 2016, V. L. de O. praticou atos libidinosos com a sua sobrinha por afinidade “mediante grave ameaça, posto que a abordou dentro de casa, impossibilitando qualquer tipo de reação por parte daquela”.

    Ainda de acordo com a denúncia, o comerciante foi

    até o quarto em que a vítima estava, e, acariciando as pernas da adolescente, disse a ela: “Você está muito gostosa, uma delícia”.

    Em seguida, revelou o MP/RO, o homem acariciou a vagina da moça por cima das vestes.

    Decisão

    O juiz Luís Marcelo Batista da Silva disse, após analisar o conjunto probatório apresentado pelo MP/RO, incluindo, principalmente, relatos da própria vítima e depoimentos de testemunhas, que:

     “[...] não há qualquer dúvida quanto a configuração do crime narrado na inicial, ficando afastada a tese defensiva de que não há provas da existência do fato, de que não existe prova de ter o réu concorrido para a infração penal e até mesmo a tese da ausência de provas suficientes para a condenação”.

    Em seguida, sacramentou;

    “Portanto, não havendo causas que excluam a ilicitude do agir do réu, ou que dirima sua culpabilidade, a condenação pelo crime narrado na denúncia é medida que se impõe”.

    Por fim, ele afastou causa de aumento de pena alegada pela denúncia, pois, na visão do magistrado,  “há que se considerar que de acordo com o que se extrai dos autos, o réu não exercia qualquer autoridade sobre a vítima. A menor era devidamente criada por seu genitor e sua madrasta, foi apenas almoçar na casa do réu, o qual é casado com a irmã de sua madrasta, não ficando demonstrada qualquer autoridade dele para com ela, ainda que também fosse padrinho da vítima”.

     

     

    Fonte - rondoniadinamica

     
     
     
     
     
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