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    A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), inaugurou nesta quarta-feira (14), a Instituição de Acolhimento Adélia Fran...

    Educação
    4 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 14/12/2016 ÀS 20:12:00

    Prefeitura inaugura Centro de Acolhimento referência para Rondônia - Fotos

    A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), inaugurou nesta quarta-feira (14), a Instituição de Acolhimento Adélia Francisca Santana. Investimento de R$ 737 mil de recursos próprios.


    O local conta com recepção, salas administrativas e de atendimento técnico, cinco dormitórios, sendo dois masculinos, dois  femininos e um berçário com fraldário, todos climatizados,  além de banheiros adaptados com acessibilidade, cozinha, refeitório, sala de estar para descanso, sala de jogos e área de lazer externa. A casa tem capacidade para acolher 20 crianças e jovens até 18 anos.


    A instituição acolhe crianças e adolescentes que estão em situação de vulnerabilidade, negligência familiar, maus tratos, violências diversas, ou qualquer situação de violação de direitos. Eles são acompanhados por profissionais como psicóloga, assistente social e pedagoga. O centro também oferece assistência de saúde, educação e alimentação.


    O Prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires, disse que a inauguração da instituição representa a concretização de um sonho de muitas pessoas. Jesualdo lembrou que a Casa de Acolhimento é fruto do trabalho de muitas mãos. “Temos aqui, os esforços do juizado da infância e juventude, da promotoria da infância e juventude, da defensoria pública e da Secretaria de Assistência Social, do Conselho Tutelar, dos Centros de Referencia do município e de vários outras instituições que sonharam conosco em construir uma instituição moderna e com condições adequadas para atender essas crianças. Hoje não estamos entregando a construção de uma obra. Estamos hoje comemorando a realização de um sonho de todos nós.”, completou Jesualdo.


    Conforme a diretora da casa de acolhimento, Ynaiah Cremonese, a intenção é atender as crianças e jovens com toda estrutura e semelhança  a uma casa convencional. “As equipes buscam realizar um acolhimento com amor e dedicação, aproximando-se ao máximo das necessidades afetivas que deveriam ser encontradas no seio familiar”, informou.


    A secretária municipal de assistência social, Sonia Reigota, esclareceu que as crianças e jovens acolhidos recebem todo a apoio educacional como cursos e acompanhamento pedagógico e psicológico. “Elas são encaminhadas para frequentar a escola regular e fazem cursos profissionalizantes que são oferecidos pelo Centro Municipal de Referência da Assistência Social. Aqui elas têm todas as condições necessárias para elas se desenvolverem”, lembrou Sonia.


    Atualmente nove crianças e adolescentes com até 18 anos de idade estão acolhidos no Instituto. Dois estão aptos a serem adotados e sete aguardam a decisão judicial sobre o Poder Familiar, para serem ou não encaminhados à adoção.


    O acolhimento só é feito quando não há condições da criança permanecer com a família. O Conselho Tutelar realiza uma avaliação pra saber o que está acontecendo, se precisa apenas de um acompanhamento psicossocial oferecido pela prefeitura ou se é o caso, excepcionalmente de acolhimento junto ao Instituto. Nesse caso, o Juizado da Infância e Adolescência vai definir se a família tem condições de receber a criança ou adolescente de volta.


    O Instituto de Acolhimento Adélia Francisca Santana fica localizada na rua Fernando de Noronha, 373, bairro Parque Amazonas, primeiro distrito de Ji-Paraná.


     


    Projeto Apadrinhando uma História - Durante a inauguração do Instituto de Acolhimento foi lançado o projeto “Apadrinhando uma História”.  A iniciativa é do Juizado da Infância e Juventude em parceria com a prefeitura de Ji-Paraná e Ministério Público de Rondônia.


    “O projeto tem o objetivo de sensibilizar e incentivar pessoas com interesse e disponibilidade de tornarem-se “padrinhos e madrinhas” de crianças e adolescentes que estão acolhidos no Instituto”, explicou a juíza da 1ª Vara da Infância e Juventude, Ana Valéria Queiroz Ziparro.


    Segundo o juiz e Membro da Comissão Estadual Judiciária de Adoção, Áureo Virgilio de Queiroz, o projeto foi criado há dois anos em Porto Velho e agora está sendo implantado em Ji-Paraná.


    “É um projeto interessante, pois permite que qualquer cidadão se torne mais útil pra sociedade. Possibilita que ajude crianças e adolescentes carentes. O máximo que uma criança ou adolescente por ficar em uma entidade de acolhimento é até 18 anos. E aí não está mais na idade preferida por quem quer adotar. Esse projeto se destina justamente a esses adolescentes”, finalizou Àureo Queiroz.


     


    Há três modalidades de “Apadrinhamento”. A Afetiva, que a pessoa pode fazer visita à criança ou adolescente e levá-lo pra casa para passar final de semana. O Provedor que oferece suporte material ou financeiro com a doação ou patrocínio de cursos profissionalizantes. E por fim o Prestador de Serviços. Um profissional liberal pode se cadastra para atender as crianças e adolescentes participantes do projeto, de acordo com a especialidade de trabalho.



     

    Fonte - Assessoria

    Fotográfo - Divulgação

     
     
     
     
     
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