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  • União entre Suzano e Fibria forma a quinta maior empresa do Brasil

    Economia
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    Paulo Portaljipa EM 18/03/2018 ÀS 20:27:13

    União entre Suzano e Fibria forma a quinta maior empresa do Brasil
    SÃO PAULO - (Atualizada às 11h35) Após o Banco Nacional de
    Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovar a consolidação entre
    Fibria e Suzano Papel e Celulose, as duas maiores produtoras mundiais de
    celulose de eucalipto confirmaram a combinação de seus negócios nesta
    sexta-feira.
    A Suzano comprará a totalidade das ações da concorrente com dinheiro e
    ações e a família Feffer, dona da Suzano, ficará com 45,5% da companhia que
    resultar após a operação. Pelo acordo, os acionistas da Fibria receberão R$
    52,50 por cada papel que detêm na maior produtora de celulose de eucalipto
    do mundo. Além disso, ficarão com participação na rival, na relação de troca
    de 0,4611 ação da Suzano por cada 1 da Fibria. Isso avalia a Fibria em cerca
    de R$ 34 bilhões, 14% a menos após emissão de novas ações da Suzano.
     Os valores em dinheiro serão corrigidos pelo CDI a partir de ontem, data da
    assinatura do acordo, até a conclusão efetiva da operação. Também serão
    ajustados conforme possível distribuição de proventos.
    A união das duas companhias forma uma empresa com 49% do mercado
    mundial. No Brasil, elas teriam cerca de R$ 66 bilhões em valor de mercado -
    - a décima maior empresa da bolsa e quarta mais valiosa do setor industrial.

     Vale recordar que as companhias voltaram a conversar sobre a combinação
    de suas operações no segundo semestre de 2017 e as negociações ganharam
    ritmo nas últimas semanas. A Paper Excellence, dos mesmos donos da Asia
    Pulp and Paper (APP), também estava na disputa e chegou a apresentar uma
    nova proposta pela Fibria.
    Uma vez consumada a operação, Fibria e Suzano informaram que suas ações
    e ADRs - recibos de ações - deixarão de ser negociadas na B3 e na Bolsa de
    Nova York, respectivamente. A Suzano ainda disse que buscará abrir registro
    da Securities and Exchange Commission (SEC), reguladora do mercado de
    capitais americano, para listar as ações na Nyse.
    A operação será submetida à aprovação de autoridades concorrenciais no
    Brasil e exterior. Se as restrições forem onerosas, a Suzano pode desistir da
    operação e pagará à Fibria uma multa de R$ 750 milhões.
    Do lado da Fibria, o conselho de administração deve deliberar sobre a adesão
    em até 15 dias e os acionistas dissidentes terão direito de recesso. A Fibria, no
    entanto, ainda informará no futuro o valor de reembolso.
    "Até a data da consumação da operação, as companhias não sofrerão
    qualquer alteração na condução de seus negócios, e permanecerão operando
    de forma independente", informou a Fibria, em fato relevante. Está vetada a
    negociação com terceiros que possa vir a frustrar a união das duas.
    Em seu comunicado, a Suzano ainda revelou que fechou compromissos
    firmes com bancos internacionais para poder levantar US$ 9,2 bilhões, mas o
    desembolso desse montante dependerá da consumação da união.
     A
    companhia também assinou com o BNDESPar um acordo de votos e outras
    avenças que -- se a fusão de fato ocorrer -- regula compromissos de
    governança corporativa e de políticas financeiras e ambientais.

     Por Stella Fontes, Graziella Valenti, Marcelle Gutierrez e Renato
    Rostás |
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    Fonte - Valor

     
     
     
     
     
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