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  • Sindicato repudia discurso de Paulo Guedes de tem que vender logo a p… do BB em reunião que governo quer esconder de todos

    Economia
    4 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 18/05/2020 ÀS 13:08:49

    Sindicato repudia discurso de Paulo Guedes de tem que vender logo a p… do BB em reunião que governo quer esconder de todos

    O Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO) repudia com vigor as falas do ministro da Economia Paulo Guedes, que na reunião ministerial do dia 22 de abril, teria afirmado que é preciso “vender logo a p… do BB”. A reunião em questão é a mesma citada pelo ex-ministro Sergio Moro como prova das pressões que sofria para alterar a diretoria da Polícia Federal. A informação foi divulgada pela jornalista Bela Megale, do jornal O Globo.

    Para o SEEB-RO o discurso grosseiro do ministro apenas confirma aquilo que todos já sabiam: que a intenção do governo, tanto por meio do presidente da República, do ministro da Economia e do presidente do próprio banco, Rubem Novaes, sempre foi a privatização do BB para transformá-lo num banco privado.

    “Nunca foi surpresa pra ninguém que o governo tem o desejo de atender os rentistas, o mercado financeiro privado a todo custo, e desde a campanha presidencial Paulo Guedes já era confirmado como o ministro da Economia, exatamente para atender aos interesses destes setores, afinal de contas, ele também é banqueiro. O efetivo dessa ‘cúpula antibancos públicos’ apenas foi confirmado quando colocaram Rubem Novaes como presidente do BB, que desde que assumiu já deu inúmeras provas de que é a favor da privatização do banco público, e pouco importa se isso vai extinguir de vez o papel e a importância da instituição para a sociedade, para o fomento do desenvolvimento social do país”, avalia José Pinheiro, presidente do Sindicato.

    DESRESPEITO AO BANCO E AOS FUNCIONÁRIOS

    A fala malcriada e descortês do ministro representa, também, uma afronta e um desrespeito ao banco e aos seus funcionários, que sempre demonstraram enorme comprometimento no atendimento à população.

    “É mais uma tentativa de convencer todos do governo, ministros, secretários e presidentes de bancos, que a privatização é o caminho a ser seguido a qualquer custo, e colocar em descrédito o papel do BB, o que é uma verdadeira falácia. Ora, além de o Banco do Brasil ter uma importância fundamental no campo social – pois responde pela concessão de crédito mais acessível aos produtores – ainda é um banco altamente lucrativo. O discurso xucro e deselegante do ministro é um desrespeito com os funcionários do banco, que neste momento de crise econômica, social e de saúde, tem trabalhado ainda com mais dedicação, se sacrificando dia após dia, para contribuir com a sobrevivência do povo brasileiro, pois é essa a essência do trabalhador e é esse o papel do Banco do Brasil”, acrescenta o dirigente, que ressalta que “não dá para tolerar e aceitar uma postura tão agressiva, rude e incivilizada de um alto representante do governo federal com um banco tão importante para o povo e desrespeitando os trabalhadores, apenas com o intuito de privilegiar ainda mais o setor financeiro privado, causando ainda mais concentração de poder para esses conglomerados e prejudicando a população que tem cada vez menos acesso a crédito e cada vez mais caro”.

    FALTA DE TRANSPARÊNCIA

    Para o movimento sindical, este é um dos motivos que faz com que o governo lute tanto contra a divulgação da íntegra do vídeo da reunião, pois se isso acontecer, muitas das iniciativas impopulares do governo vir à tona, como a intenção de venda do banco.

    “O povo nem precisa ver ou ouvir o que foi dito na tal reunião para ter a certeza de que o objetivo deste governo é a privatização. Basta lembrar da forma que Rubem Novaes tem em administrar o Banco do Brasil como se fosse um banco privado, já que neste momento em que todos precisam da solidariedade, da ajuda ao próximo, em nenhum momento a atual direção nacional do BB se colocou à disposição para auxiliar, de alguma forma, na questão das aglomerações nas filas da Caixa Econômica Federal”, concluem os representantes dos trabalhadores em todo o país.

     

    Fonte - SEEB-RO

     
     
     
     
     
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