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    “A história não se repete, mas faz rima.” Mark Twain Caro leitor, Peço que olhe atentamente para o gráfico abaixo. Ele retrata o desempenho históri...

    Economia
    5 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 16/07/2016 ÀS 21:50:29

    O RENASCIMENTO DO MERCADO BRASILEIRO.

    “A história não se repete, mas faz rima.”


    Mark Twain



    Caro leitor,


    Peço que olhe atentamente para o gráfico abaixo.



    Ele retrata o desempenho histórico do Índice Bovespa, principal referência das ações brasileiras, em dólares.


    Se você já acompanha o mercado de ações, deve estar sentindo na pele as dores de nove anos de completa hibernação, de empresas sendo deslistadas da Bolsa…


    … e investidores afugentados pela sequência de perdas.


    Ainda que você nunca tenha comprado uma ação sequer na vida, a imagem acima lhe diz muito.


    Estamos diante da maior onda de fluxo de capitais em muitos anos.


    Você tem o incentivo que faltava para se posicionar na hora certa.


    Temos evidências concretas de que uma nova dinâmica de supervalorização está em formação. Um movimento que pode representar o renascimento do mercado brasileiro após nove anos consecutivos sem lucros expressivos.


    Precisamos de apenas uma fagulha para disparar esse movimento de apreciação.


    E estamos diante dela.


    Na sequência apontarei-lhe, um a um, os argumentos que provam o meu ponto.


    Antes, porém, preciso que você tenha plena ciência da dimensão do que estamos falando…


    Veja o que aconteceu com o Índice Bovespa na década passada.


    Do piso de 2002 ao topo em 2008, houve uma escalada ao Monte Everest, com valorização de +778%.


    Isso mesmo: +778%.



    Note que estamos falando de um indicador que reflete o desempenho médio do mercado.


    Houve nesse período de bonança algumas ações que amargaram prejuízo…


    … enquanto outras tiveram resultados absurdamente expressivos.


     


    Ganhos de +7.445%+5.982%+3.796%+3.288%,+2.714%



    … de empresas tradicionais como Usiminas…



    … Companhia Siderúrgica Nacional…



    … Schulz…



    … Lojas Americanas…



    e CCR SA.



    Gestores de fundos de investimentos e profissionais do mercado financeiro fizeram verdadeiras fortunas, acumulando o patrimônio de muitas vidas comprando ações como essas… e várias outras.


    Os ganhos do período foram como um bolo quilométrico, que poderia alimentar o bairro inteiro, mas ficou restrito a poucos vizinhos gulosos.


    O investidor comum não participou daquela divisão.


    É sempre assim:


     


    Enquanto alguns poucos fazem fortunas com as oportunidades de mercado, a maioria chega somente depois que a festa acabou.



    Colegas meus só decidiram comprar sua primeira ação no pico histórico de 2008 e estão amargando prejuízo (e trauma do mercado) até hoje.


    Não é por menos. O mercado vem andando de lado desde então.


    E, com a crise econômica dos últimos anos, a maioria das pessoas está apreensiva e sem coragem de investir em renda variável.


    Isso explica o volume de negociação “morto” nos últimos nove anos.


    É provável que você também se sinta um pouco assim.


    Afinal, não é fácil conviver por tanto tempo com recessão, taxa de juros alta, inflação nas alturas e elevado índice de desemprego.


    Sei que tudo isso desanima, mas não é hora de ser pessimista.


    Com indicadores econômicos em mínimas de 10 anos, 15 anos e até 20 anos, poucas vezes na história recente conseguimos reunir uma série de estatísticas tão negativas para a economia e os mercados brasileiros.


    Acredite, isso não é um problema – pelo contrário.


    Como diz o lendário investidor Warren Buffett…


     


    “Seja medroso quando os outros são gananciosos e seja ganancioso quando os outros estão com medo.”



    O medo certamente está generalizado, só que a má notícia é a melhor amiga de um investidor.


    “Ela permite que você compre uma fatia do futuro do País a um preço vil.”


    Ainda mais agora, que o vento dá sinais de mudança.



    A troca de governo e as primeiras sinalizações da equipe econômica de Temer renovam a esperança da população e também de empresários e investidores.


    A confiança está aumentando…



    Folha de S.Paulo


    Depois de um 2014 no zero a zero e dois anos seguidos de queda no PIB, as projeções para 2017 finalmente são de recuperação.


    Segundo o relatório Focus, do Banco Central, a mediana dessas projeções já aponta para crescimento do PIB da ordem de 1% no ano que vem.


    Nada mal, mas tenho motivos para acreditar que essa previsão está baixa para o futuro que se aproxima.


    Penso que os chamados otimistas estão muito mais próximos da verdade.


    Enquanto o banco francês BNP Paribas já projeta crescimento de 2% para 2017, empresários pesquisados pela Folha de S.Paulo já projetam crescimento de +3,30%.


    Para 2018, a expectativa é de +3,20%.



    É como diz o novo ministro da Fazenda Henrique Meirelles:


     


    “Os investidores já começam a botar a cara pra fora da caverna”.



    A própria Bovespa ensaiou uma subida em meio ao processo de impeachment, com cerca de +30% de valorização desde seu último piso, em janeiro deste ano.


    É só o começo.


    Estudo o comportamento dos mercados há mais de 10 anos com dedicação integral. Sinto-me no dever de avisar aos leitores:


     


    O mesmo movimento da década passada, que fez a Bolsa disparar +778%, já está ganhando força novamente.



    Veja bem: os mercados trabalham com expectativas. Eles buscam antecipar os movimentos da economia.


    Você até pode esperar a economia de fato se recuperar para, então, buscar oportunidades lucrativas de investimento…


    A escolha é sua. Livre arbítrio.


    Mas fica o alerta: quando tivermos o fato consumado, ou a recuperação realmente estiver acontecendo, as condições de entrada não serão as mesmas. Seus ganhos serão limitados.


    Os mercados já estarão em outro patamar.


    Afinal, mais uma vez: mercados costumam antecipar os movimentos da economia.


    E condições parecidas com as de 2003 se repetem agora, 13 anos depois…


    Por isso, acredito com toda minha convicção que estamos diante de uma oportunidade semelhante àquela – provavelmente até melhor.


    Falo aqui de ganhar muito dinheiro, dinheiro de verdade.


    Este documento irá lhe mostrar exatamente o tsumoney que está em curso.


    Não importa que você não seja um profissional do mercado.


    Os lucros exorbitantes que já começam a ser construídos não precisam ficar restritos a uma minoria especializada.


    Estou falando de oportunidades acessíveis a qualquer pessoa.


    Esta chance também é sua.


    Após um longo e tenebroso inverno de nove anos de hibernação, o mercado de capitais brasileiro finalmente dá os primeiros sinais de renascimento.


    Os grandes gestores perceberam o movimento e já organizam seus talheres à mesa. Os investidores estrangeiros também estão de olho no bolo.


    Você precisa se posicionar AGORA antes que eles abocanhem todo este grande bolo.



     

    Fonte - http://sl.empiricus.com.br/

    Fotográfo - Divulgação

     
     
     
     
     
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