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    Economia
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    Paulo Portaljipa EM 12/11/2019 ÀS 13:03:35

    Comissão de Indústria Comércio e bancada federal tenta ressuscitar projeto do gasoduto Urucu-Porto Velho

    Richard começou a falar que o gás natural é um grande sonho de Rondônia. Que apesar das dificuldades vividas por pelo Estado e pela companhia, o licenciamento ambiental foi concluído, o que destaca como uma grande vitória.  

    Disse que a Rongás é uma sociedade de economia mista dotada de personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio, criada pela Lei Estadual nº 728, de 14 de julho de 1997, com autonomia administrativa e financeira. Seu objetivo social é promover a produção, importação, aquisição, armazenamento, distribuição, comercialização, transporte, e a prestação de serviços correlatos na área de gás natural, seja para fins de matéria prima, geração de energia elétrica, combustível além de outra finalidade e usos que os avanços tecnológicos permitirem. 

    Afirmou que já dura 20 anos essa negociação junto a Petrobrás, para liberação do gasoduto para Rondônia, mas que falta uma força política para ajudar nessa liberação. Informou que esse ano a Rongás fez uma provocação à Petrobras para que ela retire do papel esse projeto do gasoduto, mas que a resposta nunca vem de forma positiva.  “Um dos ofícios recebidos informou que a empresa não tem a quantidade de gás solicitado pelo Estado”, informou. 

    Segundo o diretor, todos os apontamentos técnicos em relação à reserva de Urucu mostram suficiência de gás para o abastecimento. Que Manaus já recebe esse gás e que Rondônia poderia receber também. Disse da possibilidade de trabalhar com exploração em solo rondoniense de petróleo e gás em Rondônia, por ter duas bacias sedimentares no Estado.  

    Richard Campanari relatou que, diante da negativa, a Rongás solicitou da Petrobras quais são condições para que Rondônia consuma os cerca de sete milhões e meio de metros cúbicos de gás, disponibilizados para o Estado. “Existem resistências como questões políticas, estratégias de investimentos, mas Rondônia tem potencial para isso, e sempre temos barreiras. Alguém vai buscar esse gás, e Rondônia vai distribuir, precisamos dessa liberação urgente”, pontuou. 

    Segundo ele, com a chegada do gás natural, Rondônia arrecadaria entre R$ 150 a 200 milhões, em tributos. O que desafogaria, por exemplo, a saúde e outras áreas de necessidade básica do Estado.  

    O deputado Chiquinho da Emater sugeriu, e os deputados aprovaram visita de uma comissão de deputados à sede do complexo do Gasoduto de Urucu em Manaus, e dar início ao trabalho político, envolvendo a Câmara Federal e os Senadores para sensibilizar a Petrobrás na disponibilização do gasoduto para Rondônia.  Essa visita deve acontecer em 2020.

     

    Fonte - Assessoria

     
     
     
     
     
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