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  • Baixo nível de água nas hidrelétricas vai deixar a conta de luz mais cara

    Economia
    3 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 24/09/2017 ÀS 21:50:51

    Baixo nível de água nas hidrelétricas vai deixar a conta de luz mais cara

    Por causa da estiagem, o governo pode adotar pela primeira vez a bandeira vermelha nível 2, que deixaria a conta de luz ainda mais cara. Até o fim do horário de verão está sendo cogitado.

    O Operador Nacional do Sistema Elétrico(ONS) fez um estudo e constatou que o país já não precisa mais do horário de verão, que está previsto para começar no dia 15 de outubro.

    O horário de pico do uso de energia no país, que era das 18h às 19h, foi diluído ao longo do dia, por causa de mudanças nos comportamentos dos consumidores.

    Mas antes de decidir se acaba com o horário de verão, o governo vai fazer uma pesquisa para saber o que a população pensa. A palavra final será do presidente Michel temer.

    Outra decisão na área energética vai ser tomada até o fim de setembro. A bandeira vermelha nível 2 pode ser aplicada nas tarifas de energia pela primeira vez em outubro, com risco também em novembro.

    A cada cem quilowatts/hora, o consumidor pode pagar mais R$ 3,50. A principal causa é a queda na produção de energia nas usinas hidrelétricas em função do nível baixo dos reservatórios.

    Setembro foi mais um mês com chuva abaixo da média. A situação mais crítica é a dos reservatórios do Nordeste, que operam com apenas 10% do volume.

    Na barragem de Sobradinho, na Bahia, a quantidade de água liberada já é a menor da história. A situação é crítica também nos reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste, que trabalham com 27,4% da capacidade.

    A energia gerada em hidrelétricas no Norte do país custa em torno de R$% 200 o megawatt/hora. Em térmicas que usam o óleo diesel para gerar energia, o preço pode ser seis vezes maior: R$ 1.200

    A energia no Uruguai custa hoje em torno de R$ 400 o megawatt/hora. Por isso, pela primeira vez desde o apagão energético de 2001, o governo brasileiro autorizou a importação de energia do Uruguai e da Argentina para não ter que comprar a energia mais cara das termelétricas. Importação defendida por especialistas do setor.

    “O governo ao permitir, ao autorizar essa importação amplia o leque de possibilidades para se operar o sistema de uma maneira mais eficiente, mais barata”, disse o especialista em energia Fernando Cumbria.

    O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) descarta risco de racionamento.

    “Não há nenhum risco de desabastecimento porque nós temos segurança de que a capacidade instalada é capaz de atender à carga. O que há é uma preocupação de que esse atendimento não seja por um preço muito alto”, afirmou Romeu Rufino.

    Mas a agência vai iniciar uma campanha para evitar o desperdício de energia.

    É o que o cabeleireiro Hélio já está fazendo. Ele aproveita mais a luz natural no salão e reduziu o uso do ar-condicionado. Em janeiro, consumia quase 17 mil quilowatts/hora. A conta passou de R$ 10.800.

    Em agosto, o consumo caiu para pouco mais de 11 mil quilowatts/hora, com economia de R$ 3 mil conta.

    “A gente tem que se adequar, ter essa maturidade no dia a dia, a consciência de reduzir os custos”, disse.

     

    Fonte - Das Agências

     
     
     
     
     
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