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  • Junho de 2015 foi o mês mais quente desde o fim do século 19

    O mês de junho de 2015 foi o mês mais quente registrado no planeta Terra desde que o registro de temperaturas começou a ser feito em 1880. A informação foi divulgada n...

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    2 minutos de leitura

    Paulo Portaljipa EM 21/07/2015 ÀS 20:19:09

    Junho de 2015 foi o mês mais quente desde o fim do século 19

    O mês de junho de 2015 foi o mês mais quente registrado no planeta Terra desde que o registro de temperaturas começou a ser feito em 1880. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (20) pela Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês). Os primeiros seis meses deste ano também foram marcados por temperaturas recordes para o período, o que demonstra que o aquecimento global continua a não dar trégua. 


    ano passado já havia sido o mais quente desde que se tem registro, mas 2015 deve bater esse recorde, segundo os cientistas.

    A temperatura média em junho na terra e nos oceanos foi 0,88°C superior à média do século 20, acrescentou a Noaa em um comunicado. No primeiro semestre de 2015, a temperatura média foi 0,85°C superior à média do século 20, ainda de acordo com a Noaa.

    O recorde anterior de temperatura em um mês de junho foi em 2014, e o do primeiro semestre do ano, em 2010.


    Relatório de 2014 


    Outro relatório da Noaa, divulgado na última quinta-feira (16), deu um prognóstico mais preciso sobre os efeitos do aquecimento global no mundo, no ano de 2014. Praticamente todos os continentes registraram recordes de temperatura. O relatório foi produzido com dados de 413 cientistas, em 58 países, e segundo o documento, as geleiras continuam encolhendo, o gelo do Alasca segue derretendo em uma rápida velocidade e o gelo do Ártico continua em declínio. 


    Nível dos oceanos


    Na última semana, um estudo publicado na revista científica Science mostrou que os oceanos devem subir pelo menos seis metros, mesmo que o aquecimento global fique limitado aos 2ºC como tentam os países. Isso deve afetar mais de 375 milhões de pessoas que moram em regiões baixas ou costeiras.


    Mudanças nos hábitos dos animais


    Outro estudo recente mostrou que pela primeira vez ursos polares foram vistos se alimentando de golfinhos no Ártico, algo que pode ser uma consequência direta das mudanças climáticas, segundo os cientistas.


    Geleiras derretem na montanha Sapukonglagabo, no Tibete


    Geleiras derretem na montanha Sapukonglagabo, no Tibete


     



     

    Fonte - (Com informações da AFP)

    Fotográfo - Divulgação

     
     
     
     
     
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