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    A infestação de cigarrinha de pastagem está tirando o sono de muitos produtores e pecuaristas em Rondônia, gerando perda de peso no rebanho e destruição do pas...

    Agronegócios
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    Paulo Portaljipa EM 28/01/2017 ÀS 18:10:59

    Infestação de cigarrinha das pastagens preocupa a ARR

    A infestação de cigarrinha de pastagem está tirando o sono de muitos produtores e pecuaristas em Rondônia, gerando perda de peso no rebanho e destruição do pasto. A demora nas providências é o que mais preocupa o presidente da Associação Rural de Rondônia (ARR), Sérgio Ferreira, que já encaminhou ofício ao secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri) Evandro Padovani cobrando providências, em caráter de urgência para controle ou erradicação da praga. O Secretário já recebeu o documento e convocou uma reunião com o corpo técnico para discutir as providências que serão tomadas.


    “Nesse documento pedimos para que a Seagri, através da Agência Agrossilvopastoril (Idaron) e Emater, possam desenvolver uma campanha de conscientização e orientação dos produtores e pecuaristas, principalmente orientação técnica para realização de uma ação conjunta para controle dessa infestação”, alertou.


    O presidente da ARR propõe uma parceria entre o Governo do Estado e os produtores com recursos do Fundo Estadual de Sanidade Animal(Fesa) para ajudar pequenas propriedades. “Não queremos nada de graça, mais que pelo menos façam uma logística de compra concentrada para que os pequenos produtores possam adquirir esse produto: químico ou biológico por um preço mais acessível para que façam uma ação em todo estado. Nós nos colocamos mais uma vez como parceiros”, destacou Sérgio.


     





    A infestação gera perda de peso no rebanho e destruição da pastagem



    Os cuidados precisam ser redobrados


    Com a chegada do inverno amazônico é comum a presença das cigarrinhas. Nessa época, com a umidade, as ninfas eclodem dos ovos que estavam em dormência no pasto e, passam a sugar a seiva do capim. Alojam-se na base da planta, onde permanecem protegidas por uma espuma, evitando o ressecamento. Entrando na fase adulta, migram para as folhas e iniciam seu processo de reprodução.


    Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) revelam que as cigarrinhas são as principais pragas que ameaçam as pastagens em toda a América Tropical – que vai do México à Argentina. Estimativas feitas a campo dão ideia do tamanho do problema: 25 adultos por m² são capazes de reduzir 35% da produção de matéria seca de pasto em dez dias.


    Um exemplo ajuda a entender por que nem sempre o produtor prefere tomar alguma medida a observar de longe o prejuízo: “Vamos supor que para obter o mesmo rendimento de um hectare de algodão, você necessite de 15 hectares de pastagem. Diante de um ataque de insetos em ambas as culturas, para tratar 1 ha da lavoura o produtor terá de aplicar, por exemplo, 1 litro de determinado produto. Para a pastagem, a recomendação é igual, de 1 L/ha, o que na área total somaria 15L. Ou seja, o custo que ele terá para fazer o controle na pastagem é muito maior”, disse Claudio Luiz D’Oeste, veterinário


    Considerando esse impasse, Claudio destaca a importância de capins resistentes às cigarrinhas como principal medida preventiva às infestações, dentro de um manejo integrado de pragas, que contempla também o controle cultural, químico e biológico.



     

    Fonte - Wilson Neves

    Fotográfo - Divulgação

     
     
     
     
     
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